Josh D’Amaro Enfrenta Desafios Gigantescos: Disney Busca Reconstrução e Lucratividade!

Josh D’Amaro assume a Disney e enfrenta desafios! Novo CEO busca unificar conteúdo, streaming e publicidade. Acompanhe a estratégia para o futuro da empresa!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Novo CEO da Disney, Josh D’Amaro, Enfrenta Desafios Complexos

Josh D’Amaro, o novo CEO da Disney, terá uma tarefa árdua pela frente. Ele é um líder experiente, tendo atuado por anos na divisão de parques temáticos e produtos de consumo da empresa, desde o final dos anos 90. A nomeação veio após uma transição turbulenta, com a saída de Bob Chapek, que ocupou o cargo por apenas dois anos.

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A situação atual da Disney é marcada por uma fase de transição, especialmente no setor de mídia, o que torna o background de D’Amaro em experiência do consumidor ainda mais relevante.

Análise de Especialistas e o Cenário Atual

Julie Clark, Vice-Presidente Sênior de Mídia e Entretenimento da TransUnion, avalia a situação: “São ambientes seguros para as marcas e de alto impacto, onde a Disney tem poder de precificação e onde os profissionais de marketing conseguem atingir audiências valiosas enquanto a TV linear continua em declínio”.

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O mercado financeiro também demonstra cautela com a Disney, apesar de um balanço recente ter superado as expectativas dos analistas. A empresa enfrenta o desafio de se adaptar a um cenário de mídia em constante mudança, onde o streaming é a principal forma de consumo de conteúdo.

Os Cinco Pontos Chave para o Novo CEO

Para tranquilizar os investidores e manter a Disney competitiva, D’Amaro precisará focar em alguns pontos cruciais. A primeira prioridade é criar uma estratégia de conteúdo mais unificada. Para isso, Dana Walden, Copresidente de Entretenimento, reportará-se diretamente a D’Amaro, cuidando da estratégia de conteúdo.

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O objetivo é alinhar conteúdo, streaming e publicidade, buscando um ecossistema mais integrado. Essa unificação visa facilitar a publicidade, melhorar a mensuração e otimizar a monetização do engajamento.

Em segundo lugar, D’Amaro deve manter a “máquina de fazer dinheiro” dos parques temáticos. A divisão, que inclui parques, cruzeiros e resorts, já ultrapassou a marca de US$ 10 bilhões em receita no último trimestre, impulsionada pelo aumento da frequência nos parques americanos e pelo crescimento do faturamento internacional.

Essa área continua sendo um pilar fundamental da Disney.

Outro foco será a ESPN. A emissora, que faz parte do portfólio de mídia tradicional da Disney, tem se mostrado resiliente, com um público ávido por esportes. A recente aquisição dos direitos da NFL Network e do RedZone abre novas oportunidades para a empresa.

Além disso, D’Amaro precisará definir e atingir métricas reais de sucesso no streaming. O setor tem sido marcado por prejuízos, mas a Disney opera diversas plataformas, como Disney+, Hulu e o novo serviço da ESPN. Decidir o quanto investir e o que define um retorno sobre o investimento (ROI) satisfatório é um desafio crucial.

Por fim, o novo CEO precisará ajustar as expectativas nas bilheterias. O desempenho recente de filmes da Marvel e da Pixar não atingiu o esperado, e remakes como Branca de Neve e Tron: Ares não foram um sucesso. Com a crescente concorrência, a Disney precisará repensar sua estratégia para as telonas.

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