O ex-presidente da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), Joseph Blatter, aconselhou torcedores a evitarem viagens aos Estados Unidos durante a Copa do Mundo de 2026. Essa recomendação foi divulgada na segunda-feira, 26 de janeiro, através de sua conta no X.
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O torneio, que será realizado entre 11 de junho e 19 de julho, nos Estados Unidos, México e Canadá, gerou preocupações em relação à segurança e ao ambiente político local.
Críticas de Mark Pieth
Blatter baseou seu conselho em declarações de Mark Pieth, um advogado especializado em casos de corrupção. Pieth trabalhou para a FIFA entre 2011 e 2014, tendo sido contratado por Blatter para desenvolver um plano anticorrupção para a federação.
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Pieth expressou suas preocupações sobre a situação interna nos Estados Unidos, mencionando a marginalização de opositores políticos e abusos por parte dos serviços de imigração. Ele considerou que esses fatores dificultariam a experiência dos torcedores.
Histórico de Críticas de Blatter
Blatter deixou a presidência da FIFA em 2015, após uma série de escândalos envolvendo o ex-presidente da Uefa, Michel Platini. Ambos foram acusados de fraude pela Justiça suíça, mas foram absolvidos em 2025.
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O ex-presidente da FIFA tem se mostrado crítico do atual presidente da FIFA, Gianni Infantino.
Reações Internacionais
A situação gerou apelos para um possível boicote ou cancelamento do torneio, especialmente na Europa. No entanto, a Federação Francesa de Futebol (FFF) descartou essa possibilidade.
Gianni Infantino, atual presidente da FIFA, não se pronunciou sobre as críticas de Blatter.
Infantino destacou o interesse global na Copa do Mundo, mencionando o número recorde de pedidos de ingressos (mais de 500 milhões para 6 milhões de ingressos) e a importância do evento para unir pessoas e países.
