Jorge Messias lamenta ataques de 8 de janeiro e busca aprovação no Senado

Sessão de Questionamento de Jorge Messias à CCJ do Senado
O advogado-geral da União, Jorge Messias, expressou profunda tristeza em relação aos eventos de 8 de janeiro, classificando-os como “dos mais tristes” de sua carreira. Durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Messias enfatizou que a violência não tem espaço na democracia, mas sim o debate, a crítica construtiva e a liberdade de expressão.
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Ele também prestou homenagem aos agentes do Legislativo que demonstraram bravura ao defender o Congresso Nacional durante os ataques. “A coragem desses profissionais evitou que a situação se agravasse ainda mais”, afirmou Messias, reconhecendo o risco que correram.
Em resposta às perguntas, Messias esclareceu que a atuação da Procuradoria-Geral da União (AGU) em relação ao 8 de janeiro foi pautada pelo cumprimento do dever legal de proteger o patrimônio público federal. Ele reiterou que a AGU não tem a função de perseguir criminalmente indivíduos ou propor condenações.
A sabatina ocorreu no contexto da aprovação da indicação de Jorge Messias para a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal. A nomeação, anunciada há cerca de cinco meses, foi formalizada no Senado em 1º de abril de 2026.
Messias agora precisa da aprovação da CCJ e, posteriormente, do voto favorável de pelo menos 41 senadores no plenário do Senado.
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O presidente do Senado, em conjunto com a CCJ, planeja agilizar o processo de votação, com a expectativa de que o nome de Jorge Messias seja colocado em votação no plenário ainda nesta quarta-feira (29 de abril). A pauta do dia no plenário será dedicada exclusivamente à análise e votação de indicações do Executivo.
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