Dificuldades Financeiras e Gestão da SAF do Botafogo
A estreia do Botafogo no Campeonato Brasileiro, em 29 de setembro de 2025, marcou um momento crítico na gestão da Sociedade Anônima do Futebol do clube, liderada pelo norte-americano John Textor. A situação financeira da SAF, que havia atraído investimentos significativos em 2022, enfrentava sérias dificuldades, gerando tensões com a torcida e lideranças associativas.
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A gestão de Textor, que havia assumido o controle do clube com a aquisição de R$ 400 milhões, e um empréstimo de US$ 450 milhões para a compra do Lyon, da França, estava sob forte escrutínio.
Resistências e Críticas à Gestão
Desde o início de sua gestão, John Textor enfrentou resistência por parte de alguns setores da torcida e da associação do clube. As promessas não cumpridas, as dívidas geradas e um “transfer ban” (proibição de contratar jogadores) contribuíram para o descontentamento.
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A associação do clube, o Conselho Deliberativo e líderes do movimento associativo expressavam preocupações com a forma como os recursos estavam sendo utilizados e com a falta de transparência na gestão financeira.
Impasses Financeiros e Dívidas
A situação financeira da SAF era complexa, envolvendo dívidas de diferentes origens e com juros elevados. O empréstimo de US$ 450 milhões para a compra do Lyon, por exemplo, gerava encargos adicionais. A recusa de Thairo Arruda, CEO do Botafogo, em assinar um empréstimo com juros altos, intensificou o impasse.
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A necessidade de captar recursos para evitar o “transfer ban” (proibição de contratar jogadores) aumentava a pressão sobre a gestão de Textor.
Possibilidade de Recuperação Judicial
Diante da complexidade da situação, alguns líderes da associação do clube já cogitavam a possibilidade de buscar a Recuperação Judicial para equacionar as dívidas e reestruturar a situação financeira da SAF. Essa medida seria um sinal de alerta e poderia dar mais controle à administração do clube.
O Futuro da SAF do Botafogo
A situação do Botafogo em 2025 demonstra a importância de uma gestão financeira responsável e transparente em clubes de futebol. A busca por soluções para os problemas financeiros da SAF e a manutenção do controle associativo seriam desafios cruciais para o futuro do Glorioso.
