Após a proibição da Justiça do Rio de Janeiro, John Textor comentou os rumores sobre a possível venda do volante Danilo e do atacante Montoro para o Nottingham Forest, da Inglaterra. Em entrevista à Botafogo TV, o empresário esclareceu que o clube não considerava a saída desses jogadores para o time inglês.
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Negociações e Preocupações
A notícia da possível venda chegou à imprensa logo após a chegada da proposta. Textor expressou preocupação com a divulgação negativa e o vazamento de informações, que poderiam criar divisão entre os torcedores do Botafogo.
Posição do Clube
O presidente reforçou que a ideia de liberar Danilo e Montoro na janela de transferências é falsa. Ele se comprometeu a não assinar acordos que permitissem a saída dos jogadores, especialmente considerando a dívida existente com o Nottingham Forest.
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Planejamento Futuro
Textor indicou que o Botafogo planeja realizar movimentações no mercado de transferências durante a janela de meio de ano, período em que o futebol brasileiro será paralisado para a Copa do Mundo. Ele citou como exemplo as vendas de Estêvão e Endrick, joias do Palmeiras que se transferiram para o futebol europeu.
Abertura a Propostas
O empresário afirmou que o clube permanece aberto a propostas vantajosas que permitam manter os atletas no elenco, desde que o valor seja substancialmente maior do que o investimento inicial. Ele ressaltou que essa é a mesma postura adotada com Endrick e Estêvão.
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Situação do Montoro
Em relação ao atacante Montoro, Textor mencionou que o clube busca manter um percentual da transferência do atleta, mesmo após sua saída. No entanto, a situação é apenas uma questão de propostas em análise, que não deveriam ser divulgadas na imprensa.
Crise Financeira do Botafogo
O Botafogo enfrenta um cenário financeiro delicado, marcado por um banimento de registro de jogadores nos últimos meses. A situação envolve conflitos internos, como a recusa de John Textor em assinar um empréstimo com juros altos, o que gerou divergências com o CEO Thairo Arruda.
A dívida total da SAF, gerenciada por Textor, alcança R$ 1,5 bilhão, incluindo um passivo da antiga associação de R$ 700 milhões. Grande parte desses débitos possui pagamentos em curto prazo e juros elevados, exigindo uma reorganização urgente, conforme entendimento dos membros da associação, conforme reportagem da Itatiaia.
Para avançar com a Recuperação Judicial, que busca equacionar as dívidas e evitar a inviabilização da empresa, é necessário o afastamento de John Textor da SAF, conforme entendimento das lideranças da associação.
