Jogos de Inverno Milão-Cortina-2026: Encerramento Inesquecível! 🤩 A emocionante cerimônia finalizou os jogos com música, cultura e recordações. Presença de Lucas Pinheiro Braathen e hino francês! Saiba mais
A cerimônia de encerramento dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina-2026, que marcou o fim de uma edição memorável, aconteceu no domingo, na Arena de Verona. O local, com mais de 30 séculos de história, é mais antigo que o Coliseu de Roma, construído há cerca de 80 anos.
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A ocasião foi marcada por uma celebração da cultura italiana e da excelência olímpica.
A abertura da cerimônia foi conduzida pela orquestra da Fundação Arena di Verona, e a diretora Stefania Opipari, responsável pela produção, destacou o desafio e a oportunidade únicos que o local representava. “A Arena é um lugar cheio de emoções, histórias e energia, que nos obriga a imaginar algo diferente do passado”, afirmou Opipari.
A apresentação musical incluiu trechos da ópera La Traviata de Giuseppe Verdi, além de performances dos artistas Calibro 35 e Davide Shorty.
Um dos momentos mais emblemáticos foi a exibição de imagens de medalhistas de edições anteriores, incluindo o brasileiro Lucas Pinheiro Braathen, que conquistou a primeira medalha para o país nos Jogos de Inverno. A chama olímpica, carregada pelos campeões de esqui cross-country de Lillehammer-1994 – Maurilio De Zolt, Marco Albarello e Silvio Fauner – chegou à Arena em uma ampola de vidro veneziano da ilha de Murano.
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A cerimônia também incluiu a Cerimônia da Vitória, com a premiação dos medalhistas da prova em massa de esqui cross-country, conduzida pela presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Kirsty Coventry. A bandeira olímpica foi passada pelos prefeitos de Milão e Cortina d’Ampezzo, e posteriormente repassada a Kirsty Coventry, que a entregou às autoridades da próxima sede dos Jogos de Inverno, Alpes Franceses, onde a edição de 2030 será realizada.
A orquestra francesa, liderada pelo maestro Thomas Roussel, tocou o hino da França, com a participação da cantora Marine Chagnon.
Kirsty Coventry, em seu discurso de encerramento, definiu os Jogos como “mágicos”. “Vocês foram incríveis, cada um de vocês. Corajosos. Destemidos. Cheios de garra e paixão. Deram tudo de si na neve e no gelo. Foram duas semanas inesquecíveis, vivendo cada momento ao máximo.
Vocês se entregaram por completo e compartilharam isso com todos nós”, comentou. “Este é o verdadeiro espírito olímpico: competir, se abraçar, se apoiar mutuamente, independentemente do resultado. Vocês nos mostraram o que são excelência, respeito e amizade em um mundo que às vezes se esquece desses valores,” completou.
Edson Bindilatti, que se despediu dos Jogos, foi escolhido para ser o porta-bandeira brasileiro. Ele havia se aposentado após os Jogos de Pequim, mas retornou para ajudar a formar novos atletas do bobsled. “São 26 anos trabalhando em prol do bobsled e das modalidades de inverno.
Então, para mim, foi muito gratificante”, comentou. O bobsled brasileiro ficou na 19ª colocação na disputa no Cortina Slide Center e garantiu a melhor colocação entre todas as suas participações em Jogos Olímpicos de Inverno.
Marco La Porta, presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), celebrou o desempenho do Brasil, destacando a conquista da primeira medalha olímpica do país em Jogos de Inverno. Nicole Silveira alcançou o 11º lugar no skeleton feminino, e Pat Burgner o 14º lugar no snowboard halfpipe.
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