João Ricardo Rangel Mendes é preso em Jericoacoara com documento falso e investiga Hurb

João Ricardo Rangel Mendes é preso em Jericoacoara com documento falso. Ex-CEO da Hurb, investigado por furto de obras de arte e uso de documento fraudulento.

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

João Ricardo Rangel Mendes é Preso em Jericoacoara com Documento Falso

João Ricardo Rangel Mendes, fundador da plataforma de turismo Hurb (antigo Hotel Urbano), foi preso na segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, no Aeroporto Regional de Jericoacoara (CE), ao tentar embarcar para Guarulhos (SP) utilizando um documento falso.

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A ação foi realizada pela Polícia Militar, que também notou a tornozeleira eletrônica do empresário descarregada.

Após a identificação das irregularidades no processo de embarque, a equipe de segurança do aeroporto acionou a Polícia Militar, que verificou a falsidade do documento e efetuou a prisão em flagrante. O empresário foi encaminhado à Delegacia Regional de Acaraú, onde foi autuado pelo crime de uso de documento falso.

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Investigação Sobre Furto de Obras de Arte

Em 2025, João Ricardo Rangel Mendes foi investigado por suspeita de furtar obras de arte em dois locais na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro: um hotel de alto padrão e um escritório de arquitetura localizado em um shopping center da região.

Tentativa de Contato com Defensor

O Poder360 tentou contato com o escritório do advogado Vicente Donnici, que foi o último a ser citado como defensor do ex-CEO da Hurb, mas não obteve resposta até o momento.

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Trajetória na Hurb e Renúncia

João Ricardo Rangel Mendes esteve no cargo de CEO da Hurb até 2023. Durante seu mandato, a empresa expandiu sua atuação no Brasil e enfrentou um aumento de reclamações de clientes que não conseguiam viajar ou se hospedavam pela plataforma, encontrando hotéis em situações precárias nos destinos.

A Hurb enfrenta um grande número de ações na Justiça, que representam um valor de indenização próximo de R$ 4 milhões. O ex-CEO renunciou ao cargo após a divulgação de vídeos em que ele aparecia em um grupo de funcionários da empresa no WhatsApp.

Na época, ele reconheceu ter cometido erros e expressou seu sentimento de vergonha. Ele mencionou a dedicação à empresa desde sua criação, em 2011, ressaltando que os recentes acontecimentos foram resultado de erros individuais, e não de falhas da companhia como um todo.

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