J&F, Tayayá e PHB: Operação Misteriosa Revela Transações de Milhões no Paraná!

Investigação aponta ligação entre Tayayá, J&F e PHB Holding! Transações milionárias sob o olhar do Coaf. Descubra os detalhes chocantes.

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(Imagem de reprodução da internet).

Uma série de transações envolvendo o resort Tayayá, no Paraná, e conexões com o grupo J&F, envolvendo os irmãos Joesley e Wesley Batista, estão sendo investigadas. A PHB Holding desempenhou um papel central nessas movimentações, adquirindo uma fatia do resort que antes pertencia à família do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal.

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Informações obtidas pelo jornal revelam que a J&F realizou o pagamento de R$ 25,9 milhões à PHB Holding, utilizando uma única transferência bancária, conforme indicado em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O relatório aponta para o período entre 5 de fevereiro e 6 de outubro de 2025 como o intervalo em que a transação ocorreu.

Envolvimentos e Transações Financeiras

A Maridt Participações, da família Toffoli, também esteve envolvida, vendendo uma participação de 16% no Tayayá para a PHB Holding em fevereiro de 2025. O valor pago pela J&F à PHB foi de R$ 3,6 milhões, conforme documentos da Folha de S.Paulo.

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Ligações Jurídicas e Comerciais

O advogado Paulo Humberto Barbosa, que atua no escritório em Goiás e presta serviços à J&F há anos, foi o responsável por intermediar a transação com a PHB Holding. Ele também representou os irmãos Joesley e Wesley em causas no Tribunal de Justiça de Goiás e na Secretaria da Fazenda do Estado.

Declarações e Esclarecimentos

O gabinete de Dias Toffoli afirmou que os negócios da Maridt foram realizados exclusivamente com a PHB Holding e que todas as movimentações financeiras do ministro estão declaradas à Receita Federal. A J&F negou ser sócia do Tayayá e de qualquer empresa que nele possua participação, afirmando que o advogado Paulo Humberto Barbosa prestou serviços advocatícios, especialmente em questões agrárias e tributárias, no estado de Goiás, e que essa relação comercial foi descontinuada no segundo semestre de 2025.

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Outro Lado

O advogado Paulo Humberto Barbosa declarou que recebeu os R$ 25,9 milhões por meio da PHB Holding em razão de serviços advocatícios prestados ao grupo J&F, negando que o pagamento tenha relação com seu negócio com a Maridt. Ele também minimizou o fato de as datas coincidirem com a compra de cotas do resort, alegando que a comercialização se deu em dezembro de 2024.

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