Jessé Souza no centro de polêmica: acusações de antissemitismo chocam Brasil!

Jessé Souza no centro de polêmica! Acusações graves contra o sociólogo surgem com pedido de investigação criminal. Descubra os detalhes chocantes

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(Imagem de reprodução da internet).

O sociólogo Jessé Souza se viu no centro de uma polêmica após a publicação de um vídeo em que fez afirmações controversas sobre o financiamento do que ele descreveu como “lobby judaico”. O caso foi formalizado como notícia-crime, com a apresentação de um documento ao Ministério Público Federal (MPF) na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, pelo deputado estadual Guto Zacarias (União-SP) e pelo coordenador nacional do MBL, Renato Battista.

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O documento do MPF solicita que o órgão avalie a possibilidade de processar Jessé Souza criminalmente ou que seja aberto um inquérito policial para investigar o ocorrido. Os denunciantes argumentam que as declarações do sociólogo ultrapassam a esfera da crítica política, configurando um discurso de ódio antissemita direcionado ao povo judeu.

No vídeo em questão, Jessé Souza afirmou que o “sionismo judaico” é “o produto mais perfeito” e que “o sionismo é a força motriz por trás de todos os crimes que foram cometidos”. Sem apresentar provas, ele alegou que a rede de exploração sexual envolvendo Jeffrey Epstein teria sido utilizada para chantagem, visando garantir apoio político a Israel.

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Posteriormente, o sociólogo declarou que não havia feito uma distinção clara entre “lobby sionista e judaico” e classificou a declaração como um “escorregão”, afirmando ter “vários amigos judeus não sionistas e críticos de Israel”.

Apesar disso, ele manteve o restante do vídeo.

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A Conib (Confederação Israelita do Brasil) condenou as declarações de Jessé Souza, considerando “lamentável” o uso de sua projeção acadêmica para difundir “conceitos carregados de ódio contra judeus”. A entidade argumenta que o sociólogo atribui responsabilidade coletiva a um grupo étnico-religioso pelas ações de um indivíduo.

A Conib também ressaltou que a substituição da palavra “judeus” por “sionistas” não alterou o teor do conteúdo.

O caso envolve o financista Jeffrey Epstein, acusado de comandar uma rede de exploração e abuso sexual que incluía menores de idade. Em 2008, Epstein foi condenado por solicitação de prostituição de uma menor. Ele se declarou culpado de duas acusações criminais, incluindo aliciamento de menor, em um acordo para evitar acusações federais.

Em 2019, foi novamente preso e acusado de tráfico sexual e conspiração para traficar menores para fins sexuais. O financista foi encontrado morto em sua cela em agosto de 2019, enquanto aguardava julgamento.

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