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Jerome Powell Transmite Alerta e Mercados Reagem de Forma Inesperada

Jerome Powell transmite mensagem dura e mercados reagem surpreendentemente. Investidores temem “sell America” após declarações de Jerome Powell e pressão do Departamento de Justiça. Analistas alertam para incerteza, mas S&P 500, Dow Jones e Nasdaq fecham em alta

Por: redacao

14/01/2026 15:18

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Jerome Powell Transmite Mensagem Dura e Mercados Reagem de Forma Surpreendente

Em uma noite de domingo, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, enviou uma mensagem contundente, gerando preocupações sobre o futuro da independência do banco central americano. O Departamento de Justiça, sob a ameaça de acusações criminais decorrentes do depoimento de Powell ao Comitê Bancário do Senado no ano passado, intensificou a pressão.

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Powell declarou que o objetivo da investigação não era o depoimento em si, nem a recente reforma na sede do Fed em Washington, mas sim exercer pressão.

A Busca por Influência e o Medo de “Sell America”

Powell argumentou que a intenção é minar a capacidade do Fed de ajustar os juros com base em dados econômicos, em vez de exigências presidenciais. Analistas de mercado anteciparam uma reação severa, temendo que investidores globais perdessem a confiança nas instituições americanas, desencadeando o chamado “sell America” – a venda em massa de ativos dos EUA.

O Índice FPPI: Uma Análise Histórica e Surpreendente

Krishna Guha, da Evercore ISI, resumiu o temor com a nota “risk-off (fuga de ativos de risco)”. No entanto, os mercados não reagiram como se esperava. O S&P 500, o Dow Jones e o Nasdaq fecharam o dia em alta. A ex-presidente do Fed e secretária do Tesouro, Janet Yellen, alertou para “ficar atentos”, mas a preocupação não gerou uma onda de vendas de ativos.

Um Histórico de Pressão e a Surpreendente Resiliência do Mercado

O histórico demonstra que pressões sobre o Fed não prejudicam automaticamente as ações. A prova vem do Índice de Pressão Presidente-Fed (FPPI), criado por Yosef Bonaparte, professor de finanças na Universidade do Colorado. Bonaparte analisou quase 69 mil reportagens desde 1980 para medir o nível de pressão pública exercida pelos presidentes sobre o Fed e o efeito disso nos mercados.

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As oscilações de preço aumentam quando a pressão sobe, refletindo incerteza, e não pânico.

Picos de Pressão e Expectativas de Juros Mais Baixos

Os preços variam enquanto o mercado espera para ver como o conflito terminará. O professor Bonaparte observou que “a pressão traz volatilidade, mas não necessariamente retornos menores”. Quanto aos retornos, a média mostra que as ações sobem levemente quando a pressão sobre o banco central aumenta, concentrando-se principalmente em empresas menores (small caps).

Exemplos Históricos de Interferência Política

O estudo de Bonaparte mostra que picos de pressão são seguidos por expectativas de juros mais baixos nos meses seguintes. O índice reflete com precisão a história recente, subindo em momentos de tensão como a recessão de 2000, a crise de 2008 e o salto inflacionário pós-pandemia.

No entanto, os maiores picos ocorreram na era Trump.

Conclusão: A Complexidade da Relação entre Poder e Banco Central

Apesar dos dados, o estudo não defende um Fed submisso. A pressão política gera incerteza econômica e pode dificultar a venda de títulos da dívida pública. A interferência política no Fed não é nova: Lyndon Johnson pressionou a agenda de Kennedy em 1964, exigindo juros baixos para financiar a Guerra do Vietnã.

Richard Nixon fez o mesmo em 1971, exigindo que Arthur Burns “turbinasse” a economia antes da eleição de 1972, apesar da inflação de 4,7%. Apesar dos dados, o estudo não defende um Fed submisso.

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