Epstein tinha CPF brasileiro? Novos documentos chocam caso! 😱 Revelações do Departamento de Justiça dos EUA expõem detalhe surpreendente no caso envolvendo Jeffrey Epstein. Descubra a busca do bilionário por cidadania no Brasil e o papel de Nicole Junkermann. Saiba mais!
Documentos recentemente disponibilizados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos trazem à tona um detalhe surpreendente no caso envolvendo Jeffrey Epstein. Registros criminais indicam que o bilionário americano possuía um Cadastro de Pessoa Física (CPF) brasileiro, um dado que surgiu em meio a uma vasta coleção de documentos, incluindo arquivos relacionados ao próprio Epstein.
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O CPF brasileiro de Epstein foi encontrado em uma pasta denominada “Arquivos diversos”, associada ao nome do empresário. Além da data de nascimento, 20 de janeiro de 1953, o registro oferece um vislumbre da complexidade das conexões do magnata.
A informação foi divulgada em um contexto de novas revelações oficiais sobre o caso.
Os documentos também revelam que Epstein explorou a possibilidade de obter a cidadania brasileira. Ele discutiu essa opção com Nicole Junkermann, uma empresária e investidora alemã, cuja presença é notada em diversos arquivos relacionados ao caso, conforme reportado pela BBC.
Uma troca de e-mails datada de outubro de 2011 mostra Junkermann questionando se Epstein considerava solicitar a cidadania no Brasil. Essa correspondência faz parte de um conjunto de documentos que veio à tona após novas divulgações oficiais sobre o caso.
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O caso Epstein se estendeu por anos no sistema judicial americano. As primeiras acusações formais surgiram em 2005, quando a polícia de Palm Beach, na Flórida, iniciou uma investigação sobre suspeitas de abuso sexual de menores. Epstein inicialmente alegou que os encontros eram consensuais e que as jovens tinham 18 anos.
Em 2008, Epstein se declarou culpado por exploração de menores e firmou um acordo judicial que resultou em 13 meses de prisão e pagamento de indenizações. No entanto, em 2019, um juiz distrital da Flórida anulou o acordo, levando à sua reprisão e a novas acusações de abuso de menores e de operar uma rede de exploração sexual.
O governo dos Estados Unidos informou que mais de 250 meninas menores de idade foram vítimas do esquema. As investigações revelaram que adolescentes recebiam pagamentos de centenas de dólares para comparecer a imóveis do empresário em Nova York, na Flórida e no Novo México, e que algumas eram incentivadas a recrutar outras jovens.
Apesar da morte de Epstein em agosto de 2019, confirmada como suicídio, as acusações criminais foram formalmente encerradas. No entanto, autoridades americanas indicam que outras pessoas podem ser responsabilizadas no âmbito das investigações, enquanto representantes das vítimas buscam reparação financeira na Justiça.
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