Argentina registra contração na economia em novembro. Dados do INPE mostram queda de 0,3% na atividade econômica. Inflação sob controle com medidas de Milei
A atividade econômica da Argentina apresentou uma retração de 0,3% em novembro, em comparação com o mesmo período de 2024. Essa é a primeira queda mensal observada ao longo do ano, conforme dados oficiais divulgados nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Nacional de Estatística da Argentina.
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O resultado ficou abaixo das expectativas dos analistas, que projetavam um crescimento de 1,7%, e representou uma redução significativa em relação aos 3,2% registrados em outubro.
Vários setores chave do indicador mensal de atividade econômica (EMAE) também registraram declínios anuais. A pesca liderou as quedas, com uma retração de 25%, seguida pela indústria de transformação, que caiu 8,2%. O comércio atacadista e varejista apresentou uma redução de 6,4%, enquanto a construção civil registrou uma queda de 2,3%.
Apesar desses dados negativos, a consultoria Orlando Ferreres and Associates expressou uma perspectiva otimista para o restante de 2026. A consultoria havia estimado um crescimento de 1,6% para o mês de novembro.
O governo argentino, liderado pelo presidente Javier Milei, tem implementado medidas para reestruturar a economia do país, com foco no aumento das exportações e na redução dos gastos públicos. Essas políticas têm contribuído para a diminuição da inflação, que atingiu um pico de quase 290% desde que Milei assumiu o cargo em dezembro de 2023.
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Recentemente, o país registrou um crescimento de 3,3% no Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre. As projeções atuais indicam um crescimento de 3,5% para o último trimestre de 2025.
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