Javier Milei conclui governo com avanços econômicos e apoio do FMI. Governo libertário reduz gastos, atrai investimentos e busca controle da inflação.
Javier Milei entrou na metade final de seu governo com resultados concretos em diversas áreas da agenda econômica. O libertário argentino assumiu o poder com o discurso de “motosserra” nos gastos públicos, visando eficiência, crescimento econômico e controle da inflação e do câmbio no país.
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Milei focou em atacar o tamanho do Estado, cortando ministérios e funcionários, além de combater a chamada “casta política”. Após dois anos de trabalho, economistas consultados pela reportagem reconheceram avanços na economia argentina.
Apesar dos desafios, o governo de Milei conquistou o respaldo de instituições do sistema financeiro internacional, como o Fundo Monetário Internacional (FMI). Em abril de 2025, e posteriormente em setembro, a instituição destacou “forte confiança” nos esforços do governo argentino para modernizar sua economia, atrair investimentos externos e gerar empregos.
A dívida argentina encerrou 2024 em 82,6%, após atingir um pico de 155,7% em 2023. A queda foi impulsionada pela redução do déficit público, que diminuiu 27% em termos reais em comparação com 2023. No entanto, o país enfrentou desafios, como o aumento de gastos com programas sociais e a dependência de financiamento externo.
Economistas apontam que a Argentina tem um déficit na conta corrente e reservas líquidas em níveis negativos. A flexibilidade cambial é um tema delicado, e a instabilidade da demanda por pesos pode desestabilizar o mercado. Apesar dos desafios, a economia argentina pode continuar a crescer, o que pode ajudar a reduzir a pobreza.
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Economistas avaliam que as reformas de Milei, embora tecnicamente coerentes, podem ser politicamente frágeis no médio prazo. A estabilidade da demanda por pesos é um fator crítico, e a flexibilidade cambial é um tema delicado. A economia argentina pode continuar a crescer, o que pode ajudar a reduzir a pobreza.
A continuidade das reformas depende da tolerância dos argentinos à estagnação, como apontado por Jimena Zuniga. Otaviano Canuto ressalta que as reformas de Milei, embora tecnicamente coerentes, podem ser politicamente frágeis no médio prazo.
Guido Zack acredita que a Argentina pode continuar a crescer, o que pode ajudar a reduzir a pobreza.
A trajetória do governo de Javier Milei é marcada por avanços econômicos, mas também por desafios. A flexibilidade cambial é um tema delicado, e a instabilidade da demanda por pesos pode desestabilizar o mercado. A economia argentina pode continuar a crescer, o que pode ajudar a reduzir a pobreza.
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