Janja usa obra de Torres-García em marco de 8 de janeiro em Brasília

Janja usa obra de Torres-García em marco de 8 de janeiro. Mensagem ressalta soberania e questiona eurocentrismo. Crise geopolítica global e ações dos EUA em Venezuela e Cuba

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

A primeira-dama publicou uma mensagem em rede social, utilizando a obra “América Invertida” do artista uruguaio Joaquín Torres-García. A publicação ocorreu nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, marcando o terceiro aniversário dos eventos do dia 8 de janeiro, quando indivíduos promoveram uma invasão e depredação à sede dos Três Poderes em Brasília.

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Simbolismo da Obra

A obra artística apresenta um mapa da América do Sul de cabeça para baixo, representando um gesto simbólico de contestação ao eurocentrismo e às hierarquias geopolíticas tradicionais. A mensagem da primeira-dama enfatiza a importância de questionar perspectivas externas e valorizar a auto-definição.

Reafirmação da Democracia

Na legenda, Janja afirmou que “soberania começa pelo olhar que lançamos sobre nós mesmos”. Adicionalmente, declarou que o dia 8 de janeiro celebra a democracia e reafirma a soberania, ressaltando o reconhecimento da história, território, cultura e o poder do povo para determinar seu próprio futuro.

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A publicação ocorreu em um momento de instabilidade no cenário geopolítico global.

Ações dos EUA na Venezuela

No sábado anterior, os Estados Unidos realizaram uma operação militar contra a Venezuela, resultando na prisão do presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) e da primeira-dama Cilia Flores. O presidente Donald Trump (Partido Republicano) expressou apoio à ideia de uma operação em solo colombiano.

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O presidente Gustavo Petro reagiu, instando a população a “tomar o poder” caso tal ação ocorresse.

Posicionamento dos EUA em Relação à Cuba

Donald Trump afirmou que Cuba seria incluída na pauta da Casa Branca. O secretário de Estado, Marco Rubio, com ascendência cubana, classificou o país como “desastre” e os líderes cubanos como “senis e incompetentes”.

Retirada de Organizações Internacionais

O presidente Donald Trump anunciou a retirada dos Estados Unidos de 31 instituições da ONU e 35 outras organizações. O governo norte-americano justificou a decisão alegando que essas organizações operam contra os interesses nacionais dos EUA, promovendo políticas que prejudicam a soberania, a economia e a segurança do país.

Um memorando presidencial ordena que departamentos e agências do governo cessem participação e financiamento dessas organizações.

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