Janja Lula lança pacto chocante! Em 2026, primeira-dama revela drama e pede ação urgente contra o feminicídio. Descubra mais!
Em 4 de fevereiro de 2026, a primeira-dama Janja Lula da Silva inaugurou a cerimônia de lançamento do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, no Palácio do Planalto. O evento teve como foco central a dor das vítimas e a necessidade de responsabilidade por parte dos homens no combate à violência contra mulheres.
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Janja iniciou sua fala com a leitura de um relato de uma mulher que sobreviveu à violência doméstica, enfatizando que a história poderia ser a de qualquer mulher brasileira.
A primeira-dama expressou que a angústia que sentia era compartilhada por milhões de mulheres no país, ressaltando o apoio do presidente (PT). Ela explicou que quando o chefe do Executivo menciona que irá “dar a mão” a ela, está se referindo à extensão dessa proteção a todas as mulheres.
Durante a cerimônia, um telão exibiu o nome e a idade de mulheres vítimas de feminicídio, reforçando a gravidade do problema. Janja mencionou diversos casos ao longo de seu discurso, condenando a banalização da violência extrema contra mulheres.
A programação incluiu a apresentação da cantora Larissa Luz, que interpretou “Maria da Vila Matilde”, de Elza Soares, uma artista que se tornou um símbolo de resistência após relatar episódios de violência doméstica.
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O governo relata que o presidente Lula adotou um discurso mais enfático contra o feminicídio após receber pedidos diretos de Janja para que o tema ganhasse destaque na agenda presidencial. A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), também reconheceu o papel da primeira-dama no avanço da pauta.
Em dezembro de 2025, o presidente já havia afirmado que assumiu uma postura “mais dura” no enfrentamento à violência contra mulheres após mais um caso de feminicídio. Segundo relatos, Janja começou a chorar ao tomar café e, posteriormente, expressou o desejo de que Lula assumisse uma luta mais intensa contra a violência de homens contra mulheres.
O pacto lançado no Planalto estabelece a colaboração entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, com ações de prevenção, proteção às vítimas e responsabilização de agressores, além do fortalecimento de políticas públicas. Lula já declarou que o enfrentamento ao feminicídio também é uma responsabilidade dos homens, e solicitou o envolvimento ativo dos ministros no tema.
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