O senador da sigla PL (Distrito Federal) declarou, em 18 de janeiro de 2026, que a mobilização popular é a única via para pressionar o Congresso Nacional a revogar o veto a projetos. A declaração foi feita durante um encontro com cerca de 250 apoiadores do PL, realizado em frente ao Banco Central.
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O objetivo, segundo o senador, é incentivar a população a se manifestar nas ruas, expressando insatisfação com a situação política no país.
O senador Izalci também mencionou a intenção de articular esforços para modificar o regime de cumprimento de pena do ex-presidente Jair Bolsonaro. A equipe do parlamentar planeja retomar as atividades após o recesso legislativo, em 2 de fevereiro, com foco em derrubar o veto à Dosimetria e buscar a prisão domiciliar do ex-presidente, em decorrência da sua participação na tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023.
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O protesto começou por volta das 10h, na sede do Banco Central, localizada na Asa Sul. A escolha do local ocorreu em resposta a críticas à atuação do Banco Central, após reportagens que indicavam a autorização de operações e mudanças societárias, mesmo diante de indícios de irregularidades.
O Banco Central negou ter agido com omissão, afirmando ter seguido os procedimentos legais estabelecidos.
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A Polícia Federal investiga se parte dos ataques ao Banco Central foi impulsionada por atividades em redes sociais, com o mapeamento de diversos perfis suspeitos. A investigação tende a relativizar a espontaneidade das críticas, apontando para um caráter político na mobilização.
Os manifestantes percorreram cerca de 20 minutos, exibindo faixas e cartazes e entoando palavras de ordem.
Durante a manifestação, foram proferidas críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal, que relator do inquérito sobre os eventos de 8 de janeiro de 2023. O ex-presidente Bolsonaro cumpre pena em regime fechado, após ser condenado por crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado.
