Itaú Unibanco e BRB: O que muda com a possível aquisição de ativos? Entenda!

Itaú Unibanco se Manifesta sobre Possível Aquisição de Ativos do BRB
O Itaú Unibanco comunicou na quarta-feira, 15 de abril de 2026, que uma de suas subsidiárias firmou um acordo para adquirir ativos pertencentes ao BRB (Banco de Brasília). Segundo o comunicado, os valores envolvidos na transação são considerados imateriais para a Companhia, de acordo com seus critérios internos.
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Por isso, o banco esclareceu que tal negócio não se enquadra como um “fato relevante” para o Itaú Unibanco, conforme determina a legislação vigente. A nota foi assinada por Gustavo Lopes Rodrigues, diretor de Relações com Investidores do banco.
Contexto da Declaração e Questionamento da CVM
No documento divulgado, o Itaú Unibanco não especificou valores nem forneceu detalhes sobre o acordo em questão. A nota foi emitida em resposta a um questionamento formal feito pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
A solicitação surgiu após uma reportagem do jornal Correio Braziliense. Nesta matéria, foi citado um evento em São Paulo onde André Esteves, do BTG, teria mencionado avaliar a compra de ativos do BRB. A reportagem ainda alegou que Itaú Unibanco e Bradesco teriam negociado com o BRB R$ 1 bilhão em carteiras de contratos de empréstimos concedidos por estados e municípios com aval da União.
A Situação Financeira do BRB e Ativos do Banco Master
O BRB atravessa um período de dificuldades após a aquisição de carteiras do Banco Master, operação que gerou uma forte deterioração patrimonial para a instituição. O próprio banco estima a necessidade de provisionar cerca de R$ 8,8 bilhões.
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Entretanto, uma auditoria forense independente apontou um valor maior, sugerindo a necessidade de R$ 13 bilhões. Apesar disso, o BRB informou que os ativos do Master considerados saudáveis estão avaliados em R$ 21,9 bilhões.
Propostas de Reestruturação dos Ativos
No dia 10, a governadora do Distrito Federal anunciou que um fundo de investimentos apresentou uma proposta de R$ 15 bilhões para adquirir parte dos ativos do Banco Master incorporados pelo BRB. O governo local ressaltou que a operação ainda depende de aval técnico e regulatório do Banco Central.
Implicações para o Distrito Federal
Em nota oficial, o governo do Distrito Federal esclareceu que a negociação proposta não implica o uso de recursos públicos nem compromete o caixa do banco. Foi enfatizado que o processo visa, primordialmente, preservar os interesses do DF.
Todo o conteúdo foi publicado originalmente às 19h57 do dia 15 de abril de 2026.
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