Itaú Unibanco Apresenta Lucro Recorde no 4º Trimestre de 2025
O Itaú Unibanco (ITUB4) anunciou um resultado financeiro expressivo no quarto trimestre de 2025, registrando um lucro líquido recorrente gerencial de R$ 12,31 bilhões. Este valor, que exclui itens isolados do período, representou um aumento de 13,2% em relação ao mesmo período de 2024.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O desempenho se alinhou às expectativas do mercado, com a média das projeções dos analistas apontando para um lucro de R$ 12,2 bilhões.
Um destaque importante foi o retorno sobre o patrimônio (ROE), que atingiu 24,4% no trimestre. Esse indicador apresentou um avanço de 1,1 ponto percentual em comparação com o trimestre anterior e de 2,3 pontos percentuais em relação ao ano anterior.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O banco demonstra, assim, uma eficiente gestão de seus recursos.
Carteira de Crédito e Margem Financeira em Crescimento
A carteira de crédito consolidada do Itaú Unibanco alcançou R$ 1,49 bilhão no quarto trimestre, com um crescimento anual de 6% e um aumento de 6,3% em relação ao terceiro trimestre. Essa expansão reflete a demanda por crédito no mercado brasileiro.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
LEIA TAMBÉM!
A margem financeira com clientes, ou seja, o valor obtido com os juros das operações, também apresentou um crescimento significativo, elevando-se para R$ 30,9 bilhões, um aumento de 8,6%. Essa evolução indica uma boa rentabilidade das atividades do banco.
Projeções para 2026: Crescimento e Rentabilidade
O Itaú Unibanco divulgou suas projeções para o ano de 2026, sinalizando um cenário de crescimento e rentabilidade. A instituição espera um aumento de 5,5% a 9,5% em sua carteira de crédito, impulsionado pela demanda contínua por crédito.
A margem financeira com clientes deve crescer entre 5% e 9%, enquanto a margem financeira com o mercado deve variar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 5,5 bilhões. O banco também projetou um custo de crédito entre R$ 38,5 bilhões e R$ 43,5 bilhões. A receita de prestação de serviços e seguros deve apresentar um crescimento entre 5% e 9%, e as despesas não decorrentes de juros devem variar entre 1,5% e 5,5%.
