Exército israelense mata pelo menos 50 palestinos, incluindo 22 crianças, em ataques recentes.
O Exército israelense anunciou nesta quarta-feira (29) que retomou o cessar-fogo em resposta a uma série de bombardeios contra diversos alvos desde terça-feira. A decisão foi tomada após as Forças de Defesa de Israel (FDI) terem intensificado os ataques, visando alvos considerados terroristas.
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O comunicado militar detalhou que a medida visa conter as violações do acordo de cessar-fogo.
Durante os ataques, as FDI e o serviço de inteligência interno, Shin Bet, conseguiram neutralizar 30 terroristas que estavam coordenando operações dentro de organizações terroristas na Faixa de Gaza. A ação militar foi justificada pela necessidade de interromper atividades que ameaçavam a segurança israelense.
A operação resultou em um número significativo de vítimas civis.
De acordo com a Defesa Civil do território palestino, pelo menos 50 pessoas perderam a vida nas últimas horas devido aos bombardeios israelenses. O balanço inclui 22 crianças, além de mulheres e idosos. Mais de 190 pessoas ficaram feridas, segundo as mesmas fontes.
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A situação humanitária em Gaza é descrita como crítica.
O porta-voz da Defesa Civil, Mahmud Basal, declarou à agência AFP que a situação em Gaza é “catastrófica e aterrorizante”, evidenciando a gravidade do impacto dos combates na população civil. A declaração reflete a urgência da crise humanitária na região.
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