Israel manifesta apoio aos protestos no Irã e condena violência. Primeiro-ministro (Likud) diz que Israel apoia “libertação do Irã” e critica repressão.
O primeiro-ministro de Israel, (Likud, direita), declarou neste domingo (11.jan.2026) que Israel e o Irã poderão retomar relações de parceria após a “libertação do Irã da tirania”. O premiê acompanhou de perto os “protestos pela liberdade” que se espalharam pelo país persa. “O povo de Israel e o mundo inteiro admiram a bravura dos cidadãos do Irã.
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Israel apoia a luta pela liberdade e condena os assassinatos de civis inocentes”, afirmou.
O Irã tem enfrentado protestos desde o final de dezembro de 2025, inicialmente motivados pela alta inflação, desvalorização da moeda e aumento dos preços de bens essenciais. No fim do ano passado, comerciantes, trabalhadores e cidadãos comuns ocuparam as ruas, exigindo alívio econômico.
Com o tempo, centenas de pessoas se juntaram aos protestos, reivindicando reformas políticas e do sistema judiciário, buscando maior liberdade e manifestando insatisfação com a liderança do aiatolá Ali Khamenei.
O governo respondeu aos protestos com uma forte repressão. A internet foi cortada, após o aiatolá Ali Khamenei rotular os manifestantes como “sabotadores”. O embaixador do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, afirmou que os Estados Unidos e Israel estão coordenando ações para desestabilizar o regime de Teerã, descrevendo a conduta como “ilegal e irresponsável” para transformar manifestações pacíficas em atos violentos.
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