ISA Energia e Climatempo unem forças para proteger a rede elétrica! ⚡️ Ameaças climáticas causam 30% dos apagões no Brasil. Descubra a inovação que antecipa riscos e garante energia em 2026!
Em meio ao aumento da frequência de eventos climáticos extremos, a ISA Energia Brasil está investindo em uma estratégia de adaptação climática. A companhia, responsável por 95% da transmissão de energia em São Paulo, anunciou uma parceria com a Climatempo para instalar uma rede própria de estações meteorológicas. O objetivo é antecipar riscos e minimizar falhas no fornecimento de energia, considerando que pelo menos 30% dos desligamentos de luz no Brasil já estão ligados a fenômenos climáticos agravados.
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A iniciativa prevê o monitoramento contínuo até 2030, com foco em mitigar os impactos de ventos fortes, incêndios florestais, tempestades e inundações na infraestrutura elétrica. A instalação de quatro estações meteorológicas completas em torres estratégicas no interior paulista é um passo importante. A escolha dessas localizações se baseia em estudos técnicos para ampliar o conhecimento sobre eventos climáticos regionais.
A infraestrutura é apenas o começo. Segundo Vitor Hassan, country manager e head de Energia da Climatempo, é preciso transformar dados meteorológicos em inteligência climática aplicada. Os dados coletados serão integrados ao Centro de Monitoramento de Ativos (CMA) da ISA, permitindo alertas em tempo real e gestão preventiva. A parceria também inclui a reconstrução da série histórica de ventos desde a década de 80 e a produção de relatórios anuais até 2030, identificando pontos críticos nas linhas de transmissão.
Além da tecnologia, a ISA Energia reconhece a importância da cooperação setorial. O diretor de operações, Bruno Isolani, destaca que o compartilhamento de dados entre agentes do setor e uma “visão sistêmica” são cruciais para escalar a iniciativa. A empresa também defende que a regulação precisa evoluir para reconhecer os novos riscos e incentivar investimentos em adaptação climática. O objetivo é inspirar uma coalizão setorial mais ampla, capaz de fortalecer o Sistema Interligado Nacional diante da crise climática.
A matriz energética brasileira já conta com uma diversificação significativa, com a energia hidrelétrica representando cerca de 57,3% da produção, seguida pela energia eólica (11,3%) e solar (2,5%). A biomassa, com 7,5%, e os biocombustíveis também desempenham um papel importante. Novas fontes, como a energia geotérmica e o hidrogênio verde, estão sendo exploradas, demonstrando o compromisso do país com um futuro energético mais sustentável e resiliente.
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