Ataques da IRGC a Centros de Dados em Retaliação a Ações de Israel
A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) anunciou na quinta-feira (2) que realizou ataques a instalações de computação em nuvem, direcionados a empresas de tecnologia que, segundo o Irã, estão envolvidas em atividades de espionagem e terrorismo.
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O primeiro alvo foi um centro de dados da Amazon, localizado no Bahrein, que a IRGC afirma ter destruído. A declaração não apresentou evidências concretas para sustentar a alegação.
Em seguida, a IRGC também atacou um centro de dados da Oracle, situado em Dubai. A retaliação ocorre em resposta a ataques recentes atribuídos a Israel em Teerã, que resultaram na morte da esposa de Kamal Kharazi, um conselheiro sênior do líder supremo do Irã, e ferimentos graves em Kharazi.
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A IRGC tem expressado preocupação com a continuidade de ataques e alertou que, caso os responsáveis não sejam responsabilizados, a Guarda Revolucionária intensificará seus ataques contra infraestruturas de informação e inteligência artificial, que, segundo eles, estão sendo usadas para monitorar e coordenar operações de assassinato.
A lista de alvos ameaçados pela IRGC inclui 17 empresas, entre elas Apple, Microsoft, Google, Meta, IBM, HP, Intel, Tesla, Boeing e JP Morgan. A Guarda Revolucionária tem demonstrado uma crescente preocupação com a segurança de seus ativos e a proteção contra ameaças percebidas.
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A Amazon, proprietária do braço de computação em nuvem Amazon Web Services (AWS), respondeu à situação, informando que está colaborando com as autoridades locais e priorizando a segurança de seus funcionários durante o processo de recuperação.
A empresa solicitou que clientes com cargas de trabalho nas regiões afetadas miguem para outros locais, em resposta à situação em evolução.
