Irã: Mortes e Repressão em Protestos Intensos Após Crise Econômica

Irã: Mortes e Repressão em Protestos Intensos. Crise econômica e acusações de “mohareb” geram repressão governamental e ameaças de retaliação contra Israel e EUA

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(Imagem de reprodução da internet).

Crise no Irã: Mortes e Repressão em Protestos

Dezenas de milhares de pessoas perderam a vida nos protestos que têm ocorrido no Irã desde o final de dezembro de 2025. Uma autoridade iraniana informou à Reuters que cerca de 2 mil mortos foram registrados, atribuindo as mortes a “terroristas” e à morte de membros das forças de segurança.

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A crise econômica, marcada por alta inflação, desvalorização da moeda e aumento dos preços, é apontada como a causa raiz dos distúrbios.

Acusações e Denúncias

O líder da oposição, aiatolá Ali Khamenei, classificou os envolvidos nos protestos como “sabotadores”. O Procurador-Geral do Irã, Mohammad Movahedi Azad, adotou uma postura ainda mais contundente, descrevendo todos os manifestantes como “mohareb” – termo que se refere a inimigos de Deus e que, segundo a lei iraniana, acarreta pena de morte.

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Repressão Governamental

O governo iraniano tem respondido aos protestos com uma forte repressão, utilizando armas de fogo, gás lacrimogêneo e munição de espingardas de chumbo, conforme relatos da Human Rights Activists News Agency (Hrana). A situação permanece tensa e complexa.

Ameaças e Retaliação

O presidente Masoud Pezeshkian instou a população a manter distância de grupos que ele descreveu como “terroristas e badernistas”. Adicionalmente, o Irã tem feito ameaças de retaliação contra Israel e bases dos Estados Unidos, em resposta a possíveis ataques americanos ao país, ecoando um alerta anterior do ex-presidente Donald Trump, que expressou a possibilidade de uma resposta “muito dura” em caso de mais mortes durante os protestos.

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