Irã: Mais de 3.000 mortos em protestos, diz HRANA e aumento na conectividade

HRANA aponta mais de 3.000 mortes nos protestos no Irã. Organização registra 3.090 mortes, incluindo 2.885 manifestantes. Repressão e prisões são relatadas

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(Imagem de reprodução da internet).

De acordo com a Agência de Notícias dos Ativistas dos Direitos Humanos (HRANA), sediada nos Estados Unidos, mais de 3.000 pessoas perderam a vida nos protestos que têm assolado o Irã. A organização informou que, até o sábado (17), haviam registrado 3.090 mortes, incluindo 2.885 manifestantes.

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Relatos indicam que a repressão governamental tem contribuído para o enfraquecimento dos protestos, com a mídia estatal divulgando informações sobre novas prisões.

Aumento na Conectividade da Internet

Após oito dias de interrupção na internet, o grupo de monitoramento de internet NetBlocks observou um “ligeiro aumento” na conectividade no Irã. A rede permaneceu em torno de 2% dos níveis normais, conforme dados da organização.

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Relatos de Moradores e Estudantes

Moradores de diversas cidades, incluindo uma localizada na costa do Mar Cáspio, relataram que as ruas permaneciam calmas. Estudantes e peregrinos indianos que retornavam do Irã descreveram situações de confinamento em suas acomodações, com relatos de protestos violentos e um incidente em que um homem, segurando um bastão em chamas, confrontou um veículo.

Intervenção dos EUA e Retorno da Conectividade

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que havia anunciado possíveis “medidas muito duras” caso o Irã prosseguisse com execuções em massa, declarou que os líderes de Teerã haviam cancelado tais ações. A conectividade da internet começou a retornar, permitindo que alguns iranianos no exterior enviassem mensagens para usuários no Irã.

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Reações e Medidas Governamentais

O Ministério das Relações Exteriores da Índia anunciou a disponibilidade de voos comerciais e informou que Nova Délhi tomaria medidas para garantir a segurança e o bem-estar dos cidadãos indianos no país. Relatos indicam que estudantes e peregrinos indianos enfrentaram restrições de mobilidade durante sua estadia no Irã.

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