O governo divulgou uma nota oficial nesta terça-feira (13) referente àcompanhamento das manifestações ocorrendo no Irã. Os protestos iniciaram em 28 de dezembro, motivados pelo aumento dos custos de vida no país. Posteriormente, os manifestantes direcionaram suas críticas aos líderes clericais que exercem o poder desde a Revolução Islâmica de 1979.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Impactos Econômicos e Sanções
A desvalorização da moeda iraniana, o rial, perdeu quase metade do seu valor em relação ao dólar em 2025. A inflação atingiu 42,5% em dezembro, em um contexto de sanções internacionais e ameaças de ataques por parte de outros países. Essa situação econômica complexa gera preocupação global.
Repressão e Mortes
As autoridades iranianas têm respondido aos protestos com força, conforme relatam organizações não-governamentais, que registram pelo menos 600 mortes. O governo expressa seu lamento diante dessas ocorrências e defende o direito dos iranianos de decidirem o futuro do país.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Reações Internacionais e Ameaças
Autoridades iranianas atribuem os protestos à influência de Estados Unidos e Israel, mencionando ameaças de ataques. O presidente Masoud Pezeshkian afirmou que protestos pacíficos são tolerados, mas que os distúrbios recentes são provocados por elementos externos.
Ameaças de Intervenção e Impactos no Comércio
O ex-presidente Donald Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 25% sobre qualquer país que mantenha relações comerciais com o Irã. Essa medida pode afetar o comércio brasileiro, especialmente o agronegócio, que possui relações comerciais com o Irã.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
LEIA TAMBÉM!
Posicionamento do Governo Brasileiro
O governo federal aguarda a publicação da ordem executiva de Trump para avaliar os possíveis impactos no comércio brasileiro. A relação do Irã com o Brasil representa apenas 0,84% das exportações brasileiras.
