O governo iraniano manifestou nesta sábado (28 de fevereiro de 2026) uma postura de “total preparo” para responder aos ataques realizados pelos Estados Unidos. Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores classificou a ofensiva de sábado como uma “agressão criminosa” e uma grave violação da soberania nacional iraniana.
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A declaração enfatiza a tradição histórica do Irã de resistir a pressões externas e a determinação da nação em garantir sua independência.
A nota ressalta que a resposta do Irã será decisiva e fará com que os responsáveis pelo ataque se arrependam. A situação se agrava no contexto de tensões crescentes entre os dois países, intensificadas por divergências sobre o programa nuclear iraniano e a influência regional.
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Apoio Israelense e Alerta em Tel Aviv
A operação americana, que ocorreu com o apoio direto de Israel, elevou o nível de alerta em Tel Aviv. De acordo com a Força de Defesa de Israel (IDF), o Irã respondeu ao ataque, lançando mísseis contra o país. A situação exige atenção redobrada e medidas de segurança reforçadas.
O ataque se deu em um momento delicado, na véspera do Nowruz, o Ano Novo persa, e durante o mês sagrado do Ramadã, o que pode aumentar a sensibilidade da população e a pressão para uma resposta firme.
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Busca por Negociações e Apelo à ONU
O governo iraniano afirma ter buscado ativamente negociações para evitar uma escalada do conflito. A administração iraniana argumenta que participou de diálogos com os Estados Unidos, visando resolver o impasse nuclear. Teerã solicitou uma ação imediata do Conselho de Segurança da ONU e do Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas.
Além disso, o Irã convocou países da região e nações islâmicas para que condenem a ofensiva contra seus cidadãos. A busca por soluções diplomáticas é vista como a principal via para a resolução do conflito.
Tensão Persistente e Preocupações de Segurança
A crise iraniano-americana é resultado de uma longa história de tensões e desconfianças. A retórica inflamada de figuras políticas, como o ex-presidente Donald Trump, contribui para a instabilidade na região. As declarações de Trump, que mencionavam a possibilidade de um ataque e a ameaça de mísseis iranianos, geraram preocupação internacional.
A situação exige cautela e diálogo para evitar uma escalada que possa ter consequências devastadoras para a região e para o mundo. A comunidade internacional observa atentamente a evolução da crise e busca soluções que garantam a segurança e a estabilidade.
