Após uma ofensiva militar coordenada entre os Estados Unidos e Israel, o Irã vive um período de intensa sobretenção. O presidente Masoud Pezeshkian, em um comunicado divulgado pela mídia estatal no domingo (1º.mar.2026), prometeu uma resposta contundente ao ataque, classificando-o como “uma declaração de guerra contra os muçulmanos”.
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Ele enfatizou que a busca por vingança é “um direito legítimo e um dever”, demonstrando a determinação do governo iraniano em retaliação.
Conselho Interino e Escolha do Novo Líder
Diante da situação, Pezeshkian assumiu, de forma interina, as funções exercidas anteriormente pelo aiatolá Ali Khamenei, juntamente com Alireza Arafi, membro do Conselho dos Guardiões, e o chefe do Judiciário, Gholam-Hossein Mohseni-Ejei. A expectativa é que um novo líder supremo seja escolhido em até dois dias.
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Essa estrutura de conselho interino reflete a instabilidade política e a busca por uma liderança que possa conduzir o país neste momento crítico.
Luto Oficial e Impacto dos Ataques
Em resposta à morte de Khamenei, o governo iraniano decretou 40 dias de luto oficial. Durante este período, mesquitas passaram a hastear bandeiras vermelhas – um símbolo do xiita associado à vingança pelo derramamento de sangue. Os ataques realizados pelos EUA e Israel atingiram diversas cidades do Irã, incluindo Teerã, Abyek, Karaj, Tabriz e Urmia, além de fechar o espaço aéreo do país.
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Tensão Crescente e Declarações de Trump
A escalada da tensão entre os países se intensificou após declarações do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, em 19 de fevereiro, mencionou a possibilidade de um “passo adiante” em relação a um ataque contra o Irã. Trump também afirmou que o regime persa “já desenvolveu mísseis que podem ameaçar a Europa e as nossas bases no exterior, e está trabalhando para construir mísseis que, em breve, chegarão aos EUA”.
