Irã intensifica resposta aos protestos: estrangeiros presos e alerta de guerra! 🚨 O governo iraniano acusa interferência estrangeira e prepara resposta militar. Saiba mais!
A polícia iraniana anunciou a prisão de quatro indivíduos estrangeiros, ligados aos recentes protestos que ocorreram no país em janeiro. A informação foi divulgada pela mídia estatal iraniana na segunda-feira (2), sem revelar as nacionalidades dos detidos.
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Segundo a polícia, os quatro foram presos durante uma operação realizada em um local que seria utilizado como esconderijo.
Durante uma busca, as autoridades apreenderam quatro granadas de efeito moral, de fabricação caseira, que teriam sido encontradas em uma mala. Acredita-se que essas granadas estejam relacionadas aos protestos que se espalharam pelo Irã no mês passado.
As autoridades iranianas continuam a apontar para a influência de países estrangeiros como causa do pior episódio de agitação interna desde a Revolução Islâmica de 1979. A pressão externa é vista como um fator central na escalada da instabilidade.
O grupo de direitos humanos HRANA, com sede nos Estados Unidos, informou que, até a segunda-feira, quase 50 mil pessoas já haviam sido presas em decorrência dos protestos.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou a necessidade de um novo acordo nuclear que seja considerado justo para todas as partes envolvidas. Em resposta à repressão aos protestos, Trump anunciou o envio do porta-aviões Abraham Lincoln e caças F-35 para a região do Oriente Médio.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que as conversas diplomáticas só ocorrerão se o Irã considerar que as condições são favoráveis. Araghchi também enfatizou que as Forças Armadas do Irã estão preparadas para responder “de forma imediata e poderosa” a qualquer agressão contra o território, o espaço aéreo ou as águas iranianas.
Ali Shamkhani, conselheiro do líder supremo do Irã, declarou que qualquer ataque dos Estados Unidos seria considerado o “início de uma guerra”. A situação permanece tensa, com a possibilidade de escalada da crise.
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