Irã e EUA se encontram em diálogo tenso em Omã! 🚀 Ameaças e ataques a Israel em 2025 elevam a tensão. O que será discutido? Descubra os detalhes!
Em um momento de alta tensão, o Irã e os Estados Unidos iniciaram nesta sexta-feira (6) um diálogo em Mascate, Omã, buscando estabelecer um caminho para discutir questões cruciais como o programa nuclear iraniano e outras preocupações. O encontro marca o primeiro contato direto entre as duas nações após os ataques dos EUA a Israel em junho de 2025, um período marcado por crescente instabilidade na região.
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O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, enfatizou a disposição do Irã em defender sua soberania e segurança nacional, alertando contra “exigências excessivas ou aventuras” por parte dos Estados Unidos. “A República Islâmica utiliza a diplomacia para defender os interesses nacionais do Irã”, declarou Araghchi durante um encontro com seu homólogo de Omã, Badr al Busaidi.
A equipe americana, liderada pelo emissário de Donald Trump, Steve Witkoff, busca uma “capacidade nuclear zero” para o Irã. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, havia antecipado que Trump tem “muitas opções à sua disposição além da diplomacia”.
A situação é complexa, com a ameaça de uma ação militar americana ainda pairando sobre a região. Após a repressão aos movimentos de protesto no Irã no início de janeiro, que resultou em milhares de mortos, segundo grupos de direitos humanos, os EUA enviaram um porta-aviões ao Oriente Médio.
Em resposta, o Irã prometeu ações contra bases americanas em caso de ataque.
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A China também se manifestou, apoiando o Irã na defesa de sua soberania. Pequim se opôs ao que chamou de “intimidação unilateral”. A tensão se intensificou com a apreensão de dois petroleiros com tripulações estrangeiras no Golfo Pérsico, por suspeita de contrabando de combustível.
Enquanto isso, o chanceler alemão Friedrich Merz instou a liderança iraniana a “entrar realmente nas conversas”, alertando para o “grande temor de uma escalada militar na região”. O presidente turco Recep Tayyip Erdogan expressou otimismo, afirmando que “até o momento”, as partes buscam criar um espaço para a diplomacia.
Fontes iranianas anônimas, citadas pelo jornal The New York Times, revelaram que os Estados Unidos aceitaram que as conversas excluíssem líderes regionais, embora a questão nuclear seja o foco principal. A agenda também incluiria discussões sobre mísseis e grupos militantes, com o objetivo de estabelecer um marco para um acordo.
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