Irã e EUA se enfrentam em negociações tensas em Istambul! 🤯 Trump pressiona com força naval e ameaças. O que está por vir no Oriente Médio? Saiba mais!
Uma fonte diplomática iraniana informou à Reuters nesta terça-feira (3) que o Irã não está demonstrando otimismo ou pessimismo em relação às negociações com os Estados Unidos, que estão sendo conduzidas em Istambul, na Turquia. A fonte enfatizou que o regime iraniano não está disposto a discutir sobre suas capacidades defensivas como um ponto central das negociações.
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O Irã considera seu programa de mísseis balísticos um componente vital de suas defesas. A expectativa dos EUA era que este tópico fosse abordado como parte de um possível acordo. A situação permanece complexa, com ambas as partes buscando garantir seus interesses e prioridades.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender a necessidade de um novo acordo nuclear que seja considerado “justo para todas as partes”. Trump tem insistido que o Irã deve cumprir suas obrigações antes de qualquer retomada de negociações.
Para reforçar sua posição, Trump mobilizou uma força naval, incluindo o porta-aviões Abraham Lincoln e caças F-35. Essa demonstração de força visa pressionar o Irã a reconsiderar sua postura.
Autoridades iranianas rejeitaram a ideia de negociar sob ameaças dos Estados Unidos. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, alertou que as conversas só ocorrerão se o Irã sentir que suas prioridades estão sendo respeitadas.
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Araghchi também expressou a preocupação de que as Forças Armadas do Irã estejam totalmente preparadas para responder “imediata e poderosamente” a qualquer agressão contra o território, o espaço aéreo ou as águas iranianas. A mensagem é clara: o Irã não hesitará em defender sua soberania.
A tensão entre o Irã e os EUA tem aumentado significativamente no Oriente Médio. Em 2025, a população iraniana se manifestou contra a inflação, levando a protestos em várias cidades do país. O governo americano alertou que interviria com “força total” caso as manifestações fossem reprimidas violentamente.
Durante os protestos, houve um bloqueio de internet, segundo relatos de grupos de direitos humanos. O conselheiro do líder supremo do Irã, Ali Shamkhani, declarou que qualquer ataque dos Estados Unidos seria considerado o “início de uma guerra”. A situação permanece delicada e instável.
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