Irã Declara Guerra e Intensifica Ataques Contra Israel e EUA
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, classificou o ataque que resultou na morte do líder da República Islâmica, Ebrahim Raisi, como uma “declaração aberta de guerra contra os muçulmanos”, especialmente contra os xiitas em todo o mundo. Em um comunicado, Pezeshkian enfatizou que o episódio representa um “ato de agressão” e legitima a resposta do Irã contra Israel e os Estados Unidos.
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O presidente considerou o ataque como a “maior provação” que o mundo islâmico enfrenta atualmente, justificando as ações do país, que incluem ataques a pontos estratégicos no Oriente Médio, com foco em nações que abrigam bases militares americanas.
Ele declarou que a República Islâmica do Irã tem o “dever e o direito legítimo” de buscar retaliação contra os responsáveis pelo crime.
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Após a morte de Raisi, Masoud Pezeshkian assumiu a presidência em um período de transição, ao lado do chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni Ejei, e de um jurista do Conselho dos Guardiães. Pezeshkian expressou sua admiração pela “grande e divina liderança” de Raisi, que, segundo ele, se baseava na vontade e no apoio do povo iraniano, conferindo dignidade e honra à nação.
Em resposta ao ataque que ceifou a vida de Raisi, o Irã lançou uma série de ataques contra Israel, utilizando mísseis que acionaram sirenes antiaéreas em cidades como Tel Aviv e Jerusalém. As forças de defesa israelenses interceptaram diversos projéteis, resultando em explosões no céu.
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A situação permanece tensa, com ameaças de retaliação de ambos os lados.
