Ataques do Irã Causam Prejuízos de Milhares de Milhões nos EUA
Um estudo recente do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS) aponta que os ataques do Irã contra bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio já resultaram em prejuízos estimados em pelo menos US$ 800 milhões (R$ 4,2 bilhões).
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O valor é significativamente maior do que as informações divulgadas pelas autoridades americanas e abrange danos a sistemas de defesa aérea, comunicações e a infraestrutura militar da região.
O estudo destaca que a magnitude dos danos não foi totalmente compreendida, e que o montante final só será conhecido com a obtenção de mais dados. O ataque inicial, ocorrido em 28 de fevereiro, marcou o início de uma série de ações do Irã contra instalações militares americanas em países como Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Qatar e Arábia Saudita.
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Detalhes dos Ataques e Prejuízos
Uma das principais causas dos danos foi o ataque ao sistema de defesa antimísseis Thaad, localizado em uma base aérea na Jordânia. Segundo o estudo, esse ataque resultou em prejuízos de aproximadamente US$ 485 milhões. O Thaad é utilizado para interceptar mísseis balísticos de longa distância, tornando-o um alvo estratégico.
Além do Thaad, o estudo aponta danos de US$ 310 milhões a edifícios, instalações e outras infraestruturas em bases utilizadas pelo Exército norte-americano na região. A análise do CSIS indica que os ataques foram realizados em múltiplas ocasiões.
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Imagens de Satélite e Alvos
Imagens de satélite, analisadas pela BBC, confirmam que o Irã atacou pelo menos três bases aéreas norte-americanas. Os alvos identificados foram as instalações Ali Al-Salim, no Kuwait, Al-Udeid, no Qatar, e Príncipe Sultan, na Arábia Saudita. A frequência dos ataques e a precisão dos alvos demonstram a estratégia por trás das ações do Irã.
Resposta do Departamento de Defesa
O Departamento de Defesa dos EUA não ofereceu comentários sobre os dados apresentados no estudo, encaminhando questionamentos ao Comando Central. A falta de resposta oficial alimenta a especulação sobre a extensão real dos danos e a estratégia americana para lidar com a situação no Oriente Médio.
