Irã acusa manifestantes de “guerra contra Deus” e ameaça com morte. Procurador-geral iraniano, Mohammad Movahedi Azad, denuncia atos de “moharebeh” e prevê pena capital
O procurador-geral do Irã, Mohammad Movahedi Azad, fez uma declaração contundente, alegando que todos os indivíduos envolvidos nos recentes protestos no país podem ser acusados de “inimigo de Deus”. Este crime, conforme definido na legislação iraniana, é passível de pena de morte.
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A informação foi divulgada pela mídia estatal iraniana. De acordo com Azad, as autoridades planejam processar os participantes das manifestações com base nas leis locais, que consideram atos de hostilidade contra a divindade como crime capital. A declaração intensifica a repressão aos protestos em curso no país.
Em uma declaração anterior, divulgada na sexta-feira (9), Azad também indicou que alguns manifestantes poderiam enfrentar a pena de morte devido às suas ações. A agência de notícias semi-oficial Tasnim reportou a declaração.
A análise da situação aponta para o aumento da repressão do regime iraniano. A acusação de “moharebeh“, ou “travar guerra contra Deus”, e a consequente ameaça de execução, geraram forte indignação internacional. Críticos argumentam que a aplicação da pena de morte atinge um novo nível de gravidade.
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