IPVA: Novo Projeto Pode Reduzir Imposto em Até Quatro Vezes
Você sabia que o valor do seu Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) pode estar significativamente mais alto do que o necessário? Uma proposta de lei em discussão tem o potencial de unificar a alíquota em todo o país, o que poderia diminuir drasticamente o valor do boleto, que atualmente pode chegar a R$ 2.000 para modelos populares, para apenas R$ 500.
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A iniciativa, liderada pelo deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), propõe que a alíquota máxima do IPVA seja de apenas 1% sobre o valor venal do veículo. Essa mudança pode trazer benefícios significativos para os motoristas e para o mercado automotivo.
Como Funciona a Proposta
Atualmente, cada estado define sua própria alíquota de IPVA, que pode variar bastante. Em estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a alíquota pode chegar a 4%. A nova proposta visa padronizar essa alíquota, simplificando o cálculo do imposto e reduzindo os custos para os proprietários de veículos.
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Para ilustrar, considere um carro de R$ 50.000. Com a alíquota atual de 4%, o motorista pagaria um valor considerável. No entanto, com a nova alíquota de 1%, o imposto seria reduzido para R$ 500, representando uma economia significativa.
Impactos e Objetivos da Proposta
A proposta tem como objetivo principal reduzir a carga tributária sobre os proprietários de veículos e acabar com a chamada “guerra fiscal” entre os estados, onde motoristas emplacam carros em outras regiões para evitar o pagamento de impostos mais altos.
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Além disso, a medida busca promover a justiça tributária, com alíquotas menores para veículos populares.
Outro ponto importante da proposta é a possível revisão da forma como o valor venal é apurado, evitando distorções em relação aos preços de mercado. A proposta também prevê incentivos sustentáveis, diferenciando as taxas para veículos elétricos ou menos poluentes.
Próximos Passos
É importante ressaltar que a proposta ainda precisa passar por comissões importantes e ser votada em dois turnos na Câmara e no Senado. Embora o caminho legislativo seja longo, a proposta já ganha força entre entidades de defesa do consumidor e motoristas que buscam reduzir os custos fixos com transporte.
