Investidores de cripto em risco! Moody’s alerta para 6 riscos em 2026. Tensão com Trump e inflação podem derrubar Bitcoin e altcoins. Descubra os detalhes!
Um relatório recente da Moody’s aponta para seis riscos significativos que podem impactar investidores de criptomoedas no Brasil durante o ano de 2026. Esses riscos estão interligados com a liquidez nos mercados financeiros globais, e incluem a crescente polarização geopolítica, o retorno da inflação e o potencial aumento dos rendimentos dos títulos soberanos.
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A agência de classificação de risco destaca que a instabilidade política, liderada por tensões envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contribui para um cenário de incerteza que afeta o preço do Bitcoin e outras altcoins.
A Moody’s identifica a polarização política como um risco central, prevendo que eventos específicos podem desencadear choques nos mercados de crédito, elevando os prêmios de risco e gerando estresse financeiro. A agência também alerta para o retorno da inflação, um catalisador de aversão a mercados como o de criptomoedas, especialmente em um ano de transição de liderança no Federal Reserve (Fed).
Essa transição, juntamente com fragilidades fiscais e necessidades de refinanciamento, pode elevar os prêmios e acentuar as curvas nas principais economias avançadas (EAs), restringindo as condições financeiras e impactando o crescimento global.
Além disso, o relatório aponta para um risco tecnológico específico: uma correção em investimentos em inteligência artificial (IA). A Moody’s prevê que uma queda nos investimentos em startups, semicondutores, ativos de data center e imóveis comerciais (CRE) em hubs de tecnologia poderia levar a um aperto das condições de financiamento e a um enfraquecimento do crescimento econômico.
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A agência também destaca o potencial impacto da IA na força de trabalho, com a possibilidade de demissões em larga escala de funcionários administrativos, o que poderia enfraquecer a demanda e as receitas fiscais, além de sobrecarregar as finanças públicas e aumentar a instabilidade social e política.
Em contrapartida aos riscos que ameaçam o Bitcoin, o ouro continua se valorizando. Especialistas apontam que o metal precioso é favorecido em momentos de incerteza, devido à sua natureza de refúgio seguro. A avaliação de John Murillo, diretor de negócios da B2Broker, ressalta que o ouro é atrativo porque não oferece cupons ou dividendos, e que seus ciclos de alta tendem a ser relativamente limitados no tempo.
No entanto, a acumulação disciplinada de ouro por bancos centrais e investidores institucionais ao redor do mundo, impulsionada por uma reação psicológica diante de riscos decorrentes de eventos disruptivos, torna essa tendência resiliente ao ruído de curto prazo dos mercados.
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