A inteligência emocional tem ganhado destaque em discussões sobre saúde mental, relacionamentos e o ambiente de trabalho. O conceito, antes abstrato, agora é reconhecido como uma habilidade essencial para a tomada de decisões, o comportamento e a qualidade das interações.
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Segundo Gláucia Santana, psicanalista, hipnoterapeuta clínica e especialista em regulação emocional, o desenvolvimento dessa capacidade é um processo contínuo, intrinsecamente ligado à autoconsciência.
Passos para Desenvolver a Inteligência Emocional
A especialista delineou sete passos cruciais para aprimorar a inteligência emocional. O primeiro deles é o autoconhecimento, que envolve identificar emoções, reconhecer gatilhos e perceber reações automáticas. Essa etapa permite que a pessoa saia do impulso e aja com maior consciência.
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Outro ponto fundamental é aprender a nomear os sentimentos. Emoções como raiva, medo ou tristeza, frequentemente disfarçadas por comportamentos defensivos ou silêncio, ganham clareza quando nomeadas. A regulação emocional, que não significa evitar emoções difíceis, mas sim atravessá-las com equilíbrio, também é central nesse processo.
A empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, amplia a compreensão nas relações e diminui conflitos. A comunicação assertiva, que envolve expressar sentimentos com clareza, sem agressividade ou culpa, fortalece os vínculos e evita o acúmulo de mágoas.
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Lidar com frustrações, que fazem parte do amadurecimento emocional, também é importante.
Buscar apoio profissional, quando necessário, oferece um ambiente seguro para elaborar emoções e revisar padrões. Cuidar da saúde emocional é um investimento que impacta positivamente todas as áreas da vida. Em um mundo acelerado, a inteligência emocional se tornou uma necessidade para uma vida mais equilibrada e relações mais saudáveis.
