Um levantamento recente, em parceria entre o Pandapé e a Adecco, revelou que quase sete em cada dez empresas brasileiras já utilizam inteligência artificial em alguma fase do processo de recrutamento. A pesquisa, que envolveu entrevistas com 460 profissionais de Recursos Humanos, apontou que 70% das organizações integraram a tecnologia aos seus processos seletivos, com 77% dos entrevistados afirmando utilizá-la diariamente.
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Esse cenário demonstra uma mudança significativa na forma como as empresas gerenciam seus talentos.
Digitalização e Impacto nos Custos
A digitalização dos fluxos de RH, que ganhou força em 2025, respondeu à pressão por maior produtividade e decisões baseadas em dados. A inteligência artificial deixou de ser uma ideia distante para se tornar uma ferramenta prática, impactando diretamente nos custos e na eficiência das operações.
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A análise de dados, o treinamento e o atendimento ao cliente também se beneficiaram da tecnologia, otimizando processos e reduzindo o tempo gasto em tarefas repetitivas.
Novas Ferramentas e Setores Líderes
O Pandapé, por exemplo, aprimorou suas soluções, como o Pandapé Fast Apply (que utiliza o WhatsApp para facilitar as candidaturas) e o Pandapé Genoma (ferramenta baseada em testes gamificados). Setores como varejo, logística, saúde e tecnologia lideram a adoção dessas ferramentas digitais.
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A expectativa é que essa tendência se intensifique em 2026, impulsionada pela busca por agilidade e segurança de dados.
Desafios e o Futuro do RH
Apesar dos avanços, alguns desafios ainda persistem. Uma parcela dos profissionais de RH expressa preocupação com possíveis vieses e a perda de um toque humano nas etapas automatizadas. Além disso, cerca de 30% das empresas ainda não oferecem treinamento específico sobre o uso da inteligência artificial.
Patricia Suzuki, CHRO da Redarbor Brasil, ressalta que a tecnologia não substitui o papel do RH, mas o transforma, permitindo que os recrutadores se concentrem em atividades que exigem análise, discernimento e empatia.
