Instituto Nobel Defende Imutabilidade do Prêmio Nobel Após Proposta de Machado

Instituto Nobel defende imutabilidade do Prêmio Nobel. Após sugestão de Maria Corina Machado, instituição reafirma que prêmio não pode ser revogado ou transferido

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(Imagem de reprodução da internet).

Nobel: Instituto Defende Imutabilidade do Prêmio

O Instituto Nobel emitiu uma declaração na sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, reafirmando que o Prêmio Nobel “não pode ser revogado, compartilhado ou transferido a terceiros”. A instituição enfatizou que “a decisão final é irrevogável”, conforme divulgado em comunicado oficial.

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A declaração foi proferida após a sugestão da líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, durante uma entrevista à Fox News, de que o Prêmio Nobel da Paz, concedido em 2025 ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), poderia ser doado.

Machado justificou a proposta como um “ato de gratidão” do povo venezuelano em relação a Nicolás Maduro, que foi preso e levado para Nova York pelos Estados Unidos em 3 de janeiro. A líder da oposição tem demonstrado interesse em obter o prêmio como forma de reconhecimento à sua postura.

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Donald Trump, por sua vez, manifestou há muito tempo o desejo de receber o Prêmio Nobel da Paz, alegando que “deveria ganhar o prêmio” devido ao seu papel na conclusão de sete conflitos. No entanto, o republicano não detalhou quais guerras ele se refere.

Trump e Corina Machado estão programados para se encontrar na semana seguinte em Washington D.C. O republicano expressou que ficaria “honrado” em aceitar o prêmio caso ela lhe oferecesse.

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Após a captura de Maduro, Trump comentou sobre a sucessão de poder no país sul-americano, demonstrando desconfiança em relação a Corina Machado. “Ela é uma boa mulher, mas não tem o respeito [para governar o país]”, declarou.

A sugestão de Corina Machado de aceitar o prêmio, motivada pelo ressentimento em relação à decisão de concedê-lo a Trump, gerou reações. Uma fonte próxima à Casa Branca classificou a aceitação do prêmio como um “pecado imperdoável”.

O Washington Post, com base em fontes próximas à Casa Branca, publicou a informação. O jornal norte-americano indicou que Trump interpretou a possível aceitação do prêmio por Corina como uma afronta pessoal, argumentando que, se ela tivesse recusado, seria a presidente da Venezuela.

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