Os beneficiários da Previdência Social que recebem valores acima do piso nacional tiveram seus valores reajustados em 2026, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Essa atualização foi formalizada por meio da Portaria Interministerial MPS/MF nº 13, assinada na sexta-feira (9), e entra em vigor a partir de 1º de janeiro.
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O ajuste resultou em um novo teto para os benefícios pagos, elevando-se de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55. Essa mudança impacta um total de mais de 12,2 milhões de benefícios com valores superiores ao piso nacional, atualmente estabelecido em R$ 1.621,00.
O pagamento dos valores reajustados começará a ser realizado a partir de 3 de fevereiro, seguindo o calendário divulgado pelo INSS. Essa atualização reflete as faixas de contribuição ao INSS, que foram atualizadas para trabalhadores empregados, domésticos e avulsos.
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As alíquotas de contribuição ao INSS foram definidas em 7,5% para salários de até R$ 1.621,00; 9% para rendimentos entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84; 12% para a faixa de R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27; e 14% para salários de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.
As contribuições referentes aos salários de janeiro serão recolhidas em fevereiro.
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O piso previdenciário, que corresponde ao valor mínimo dos benefícios do INSS, como aposentadorias, pensões e auxílios, permanece em R$ 1.621,00, o mesmo valor do salário mínimo nacional. Esse montante também se aplica ao Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), à renda mensal vitalícia e às pensões especiais para dependentes das vítimas de hemodiálise de Caruaru (PE).
Adicionalmente, o benefício pago a seringueiros e seus dependentes foi atualizado para R$ 3.242,00. A cota do salário-família foi fixada em R$ 67,54 para segurados com remuneração mensal de até R$ 1.980,38.
