Ingrid Pikinskeni se recusa a colaborar na CPI do INSS e causa revolação!

Ingrid Pikinskeni nega irregularidades na CPMI do INSS! Depoimento interrompido e Cícero Santos sob suspeita. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Sócio de Assessor Ausente e Sinais de Dificuldade na CPMI do INSS

A empresária Ingrid Pikinskeni prestou depoimento na segunda-feira (23) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS, negando ter conhecimento da origem ilícita de recursos movimentados em contas e empresas vinculadas ao seu nome. A oitiva foi interrompida abruptamente após ela relatar sentir-se mal.

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A situação se complica com o fato de que Cícero Marcelino de Souza Santos, marido de Pikinskeni e apontado como operador financeiro da Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Família), também está envolvido na investigação.

A Conafer é uma das entidades investigadas por suspeitas de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. Santos já está preso desde novembro do ano passado, em decorrência de operações da Polícia Federal. A situação da esposa, que também é identificada como destinatária de recursos ilícitos, tem gerado grande atenção no andamento da CPI.

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Durante o depoimento, Pikinskeni afirmou que sua relação com o marido era baseada em confiança, com ele responsável por gerenciar as empresas e ela apenas cuidando dos filhos, assinando documentos conforme sua orientação. Ela expressou constrangimento diante da ação da Polícia Federal, que acordou seus filhos e a colocou em uma situação delicada.

A situação foi acompanhada por momentos de tensão e até mesmo de humor negro entre os parlamentares.

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Adicionalmente, o presidente da CPI, Carlos Viana (Podemos-MG), manifestou insatisfação com a falta de resposta da Presidência do Congresso em relação à prorrogação do prazo da investigação. Viana considerou a situação crítica e não descartou o recurso ao STF (Supremo Tribunal Federal) para garantir um prazo maior para os trabalhos, devido à interferência da Corte e aos atrasos na condução da investigação.

A questão da ausência de comparecimento de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, também foi levantada. O ministro André Mendonça havia determinado que Vorcaro não precisava depor na CPI, o que gerou críticas e a necessidade de recurso da Advocacia do Senado para que o ministro revisasse a decisão e obrigasse seu comparecimento.

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