Influenciadora Martha Graeff Depõe na CPI do Crime Organizado: Revelações Sobre Vorcaro e Moraes?
Martha Graeff, ex de Daniel Vorcaro, será ouvida na CPI do Crime Organizado! Revelações chocantes sobre diálogos com Alexandre de Moraes? Saiba mais.
Depoimento de Influenciadora na CPI do Crime Organizado
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, com atuação no Senado Federal, agendou para a próxima quarta-feira (25) o depoimento de Martha Graeff, uma influenciadora digital e ex-namorada de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.
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A oitiva surge em decorrência de questionamentos sobre possíveis conversas entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O pedido de oitiva, apresentado pelo senador Marcos do Val (Podemos-ES), justifica a necessidade de ouvir Graeff, alegando que foram revelados “diálogos” entre o banqueiro e o ministro. Segundo o senador, a oitiva visa esclarecer o conteúdo desses diálogos, o contexto em que ocorreram e qualquer informação que possa auxiliar nas investigações da CPI.
A CPI considera Graeff uma figura central nas apurações, ressaltando que ela era “interlocutora frequente” de Daniel Vorcaro e recebia relatos sobre irregularidades cometidas pelo Banco Master. Além da CPI do Crime Organizado, Graeff também será ouvida pela CPMI do INSS, na segunda-feira (23), com o mesmo foco nos contatos com Alexandre de Moraes e outras figuras do “alto escalão do Poder Judiciário”.
O objetivo da oitiva é entender a rede de influência do Banco Master em Brasília e se houve alguma facilitação de negócios ou proteção jurídica em relação às fraudes investigadas no sistema previdenciário. A defesa de Graeff ainda não forneceu detalhes sobre o depoimento.
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Recentemente, Graeff contratou assessoria jurídica e busca se distanciar de Vorcaro, de quem afirma ter se separado há meses. A Polícia Federal investiga Vorcaro por comandar uma organização criminosa com “braço armado” e que só poderia ser neutralizado com prisão.
Graeff não foi alvo da operação, mas seu nome veio à tona devido à divulgação de mensagens trocadas entre ela e seu ex-noivo, que foram apreendidas pela Polícia Federal e analisadas.
Testemunhas convocadas para depor na CPI têm o dever de prestar depoimento sob juramento, comprometendo-se a dizer a verdade, sob pena de crime de falso testemunho.
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