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Inflação Brasileira em Nível Superior Impulsiona Expectativas de Queda na Selic

Inflação Brasileira em Nível Superior Impulsiona Expectativas de Queda na Selic. Dados do IBGE mostram inflação em 4,46% nos últimos 12 meses, dentro da meta do Banco Central. Economistas preveem redução na Selic

Por: redacao

10/12/2025 11:30

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Retorno da Inflação Brasileira Impulsiona Expectativas de Queda na Selic

Os dados recentes da inflação brasileira, que registraram um aumento de 0,18% em novembro e retornaram ao teto da meta nos últimos 12 meses, geraram otimismo entre economistas e analistas do mercado financeiro. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os números nesta quarta-feira (10), indicando um índice de 4,46% nos últimos 12 meses, dentro da tolerância da meta oficial do Banco Central (BC), que é de 3% com limite de 4,5%.

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A perspectiva de uma redução na taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, ganhou força com o retorno da inflação para dentro do teto da meta. Carla Argenta, economista-chefe da CM Capital Markets, destacou que os resultados positivos do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) “pavimentam mais o caminho para uma queda nos juros em breve”, ressaltando que o cenário não deve modificar a política monetária do Banco Central no curto prazo.

André Braz, coordenador de Índices de Preços na Fundação Getúlio Vargas (FGV), também considera o retorno do IPCA para dentro do teto da meta um marco importante. Segundo ele, o resultado foi puxado pela queda no preço dos alimentos e pela valorização do real frente ao dólar.

Para 2026, um fator de preocupação do Copom (Comitê de Política Monetária) é o consumo das famílias, devido à aprovação do projeto de isenção do Imposto de Renda (IR), o que deve manter a atitude conservadora do Banco Central.

Preocupações com a Inflação no Setor de Serviços

Apesar do cenário positivo, alguns elementos da economia ainda geram preocupação para o Banco Central. Em novembro, a alta nas passagens aéreas foi o principal fator que puxou para cima o IPCA, com um aumento de 11,9%. Isso acelerou a inflação no setor de serviços, que atingiu 0,60%, em comparação com 0,41% em outubro.

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Economistas explicam que o aumento nos preços das passagens aéreas é comum nos últimos meses do ano. Carla Argenta, economista-chefe da CM Capital Markets, considera que esse resultado não preocupa no curto e médio prazo. “A queda das passagens aéreas, que se estendia por um tempo muito longo e transbordava para hotéis e pacotes turísticos, sofreram uma devolução desse movimento de queda intensa.”

Para André Braz, coordenador de Índices de Preços na FGV, as passagens do setor aéreo também são uma questão sazonal, ainda que um componente importante para ser analisado. Segundo o especialista, o resultado do IPCA em novembro não mostrou uma grande mudança em relação ao que o mercado acompanhava.

Referente às expectativas, ele prevê que em dezembro de 2025, o IPCA fique em 0,2% e, nos 12 meses, feche o ano em 4,13%.

Perspectivas e Desafios para o Banco Central

Apesar do cenário positivo, a inflação no setor de serviços continua sendo uma preocupação para o Banco Central. Para Braz, a parte de serviços preocupa, pois possui um peso grande no orçamento e está relacionado à demanda, que permanece aquecida, apesar da Selic em 15% ao ano. “O resultado consolidou redução na alimentação em domicílio.

A parte de serviços, que compromete 30% do orçamento familiar, continuou dentro de uma estabilidade desde janeiro.”

Carla Argenta, economista-chefe da CM Capital Markets, destaca que há elementos do setor de serviços que foram negativos: “o que é fator de preocupação do Copom ainda não trouxe o arrefecimento buscado pela autoridade monetária.”

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