Infantino causa polêmica ao defender retorno da Rússia ao futebol! Presidente da Fifa ignora guerra e pede fim da suspensão, gerando críticas de Bidnyi. Saiba mais!
O presidente da Federação Internacional de Futebol Associação (Fifa), Gianni Infantino, defendeu o fim da suspensão que impede a Rússia de participar de competições internacionais de futebol. Em entrevista publicada nesta 3ª feira (3.fev.2026), o dirigente argumentou que a proibição, vigente desde 2022, não teve resultados e apenas aumentou a tensão entre os países.
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Infantino criticou a medida, que impede a participação da seleção russa e de clubes russos em competições da Fifa e da União das Associações Europeias de Futebol (Uefa). A suspensão ocorreu após o início da invasão russa ao território ucraniano.
A situação se estende por quatro anos, com o país afastado de torneios importantes, incluindo a Copa do Mundo.
O dirigente de 55 anos ressaltou que permitir a participação de jovens atletas russos em competições europeias traria benefícios. “A possibilidade de meninas e meninos da Rússia jogarem futebol em outras partes da Europa seria uma grande ajuda”, declarou Infantino, enfatizando a importância de manter os laços abertos.
Ele acredita que é necessário fazer o que for possível para promover a paz no mundo.
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A declaração de Infantino gerou forte reação do ministro dos Esportes da Ucrânia, Matvii Bidnyi, que classificou os comentários como “irresponsáveis” e “infantis”. Bidnyi criticou a separação entre o futebol e a realidade da guerra, onde crianças estão sendo mortas.
Ele fez a declaração à Sky Sports.
Em outra parte da entrevista, Infantino defendeu a decisão da Fifa de conceder um prêmio da paz ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), durante o sorteio da Copa do Mundo de 2026. “Portanto, tudo o que pudermos fazer para ajudar a paz no mundo, devemos fazer, e por essa razão, há algum tempo estávamos pensando se deveríamos fazer algo para recompensar as pessoas que fazem algo”, afirmou o presidente da Fifa.
Ele acrescentou: “Objetivamente, ele (Trump) merece isso.”
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