Ibovespa sobe 0,41% e dólar recua no mercado doméstico. Índice fechou em 155.910,18 pontos. Expectativa de corte de juros nos EUA impulsiona cenário.
O Ibovespa registrou alta nesta terça-feira (25), acompanhado pela queda da moeda americana no mercado interno. O índice subiu 0,41%, fechando aos 155.910,18 pontos. O dólar à vista também recuou, caindo 0,35% e encerrando a R$ 5,3761. O desempenho foi impulsionado pelo aumento do minério de ferro na China.
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A alta do Ibovespa foi influenciada pelo volume financeiro de R$ 20,3 bilhões. No câmbio, o dólar oscilou entre R$ 5,3570 e R$ 5,4138. A queda da moeda refletiu o cenário externo, com expectativas de redução de juros nos Estados Unidos.
Profissionais do mercado relataram recomposição de posições na manhã, aproveitando as cotações mais baixas. O diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik, observou que o momento era favorável para a compra. Estrategistas apontaram que as taxas de juros futuros em queda beneficiaram setores como varejo, educação, construção civil e transporte.
A sessão também foi impactada pelas declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em audiência no Senado, onde reiterou o compromisso com a meta de inflação de 3%. Pesquisas de opinião, como a da CNT MDA, mostraram melhora na aprovação do governo e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente nos cenários eleitorais de 2026.
No mercado internacional, o dólar caiu 0,51% no final do dia, impulsionado pela expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve. A Wall Street também avançou, com o Dow Jones subindo 1,43% e o S&P 500 ganhando 0,91%. O Nasdaq avançou 0,67%, apesar da queda da Nvidia.
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A expectativa de redução de 25 pontos-base na próxima reunião do Fed atingiu 84,7% nesta terça-feira. A mudança foi impulsionada por comentários mais moderados de dirigentes do Federal Reserve. A queda da Nvidia, apesar do avanço do setor de semicondutores, também influenciou o desempenho do mercado.
Dados econômicos que indicavam enfraquecimento do mercado de trabalho ganharam destaque. Estrategistas como Paul Nolte da Murphy & Sylvest, observaram uma mudança na postura do Federal Reserve, que passou de uma postura cautelosa para a percepção da necessidade de cortes de juros em dezembro.
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