Ibovespa sobe apesar de aversão ao risco e Trump; Petrobras lidera alta

Ibovespa sobe apesar de aversão ao risco; Petrobras e bancos lideram recuperação no mercado de terça-feira. Ações da Vale e Usiminas caem.

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

O Ibovespa apresentou um desempenho positivo nas negociações de terça-feira, 20, apesar do aumento da aversão ao risco no mercado internacional. Por volta das 11h43, o principal índice da B3 registrava um avanço de 0,45%, atingindo os 165.596 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse movimento contrastava com a forte queda das bolsas de Nova York.

Ações em Recuperação

O pregão iniciou com uma tendência negativa, influenciado pela cautela dos investidores diante da postura do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que buscava a anexação da Groenlândia. Essa situação gerou preocupações sobre uma possível nova guerra comercial e impactou os mercados globais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, a manhã foi marcada por uma recuperação, impulsionada principalmente pelas ações de empresas com maior peso na composição do Ibovespa.

Desempenho de Ações Chave

As ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) registraram ganhos significativos, com avanços de 1,23% e 0,87%, respectivamente. As ações dos grandes bancos também contribuíram para a recuperação do índice. O Banco do Brasil (BBAS3) se destacou, com um aumento de 0,89%, após anunciar a política de pagamento de 30% do lucro em dividendos ao longo do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Ações em Destaque: Perdas e Recuperação

Inicialmente, o Ibovespa foi pressionado por ações do setor de mineração e siderurgia. A Vale (VALE3) apresentou uma queda de 0,92%, acompanhada pela Usiminas (USIM5), que caiu 2,04%, e pela CSN (CSNA3), com uma desvalorização de 1,52%. Posteriormente, o mercado se recuperou, impulsionado pelos resultados positivos das ações da Petrobras e dos bancos.

Impacto do Mercado Internacional

A performance do Ibovespa foi influenciada também pelo cenário internacional, onde as bolsas de Nova York abriram em forte declínio. As novas ameaças comerciais de Donald Trump, que incluíam a possibilidade de aumento de tarifas sobre produtos europeus, geraram preocupações sobre a fuga de capital estrangeiro dos ativos dos Estados Unidos.

Os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq também apresentaram quedas significativas.

Sair da versão mobile