Ibovespa Sobe 0,9% em Recuperação com Itaú e Imobiliário em Destaque em 2026

Ibovespa dispara 0,45% e encerra semana com ganho! Ações como Itaú (ITUB4) e DIRCIONAL (DIRR3) lideram alta. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

O Ibovespa fechou a sexta-feira, 6 de maio de 2026, com um aumento de 0,45%, atingindo os 182.955 pontos. O pregão foi marcado por uma movimentação intensa, com oscilações que não apontaramisclaramente para um movimento de alta ou baixa no início da sessão.

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A cautela dos investidores, que se intensificou após a queda significativa registrada na quarta-feira, 4, deu lugar a uma recuperação ao longo do dia, impulsionando o índice para um terreno positivo e encerrando a semana com um ganho de 0,9%.

Impulso Técnico e Resultados Corporativos

Segundo Christian Iarussi, economista e sócio da The Hill Capital, a recuperação do Ibovespa foi resultado de uma combinação de fatores, incluindo uma recuperação técnica no mercado e um maior foco nos resultados das empresas. O desempenho positivo de alguns bancos, como o Itaú (ITUB4), que apresentou números sólidos, contribuiu para sustentar o índice, compensando a postura mais conservadora de outros players do setor financeiro.

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Os papéis do Itaú avançaram 2,70%.

Setor Imobiliário em Destaque

Iarussi ressaltou que a Direcional (DIRR3) e a Cury (CURY3) se beneficiaram de um ambiente mais favorável para o setor imobiliário. Ele explicou que a perspectiva de queda nos juros melhora as condições de financiamento, aumenta a atratividade do crédito imobiliário e reforça o apetite dos investidores por ações de construtoras.

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A alta da B3 (B3SA3) reflete uma recuperação setorial, impulsionada pela expectativa de melhora operacional e maior previsibilidade de receitas, com o mercado concentrando-se nos resultados das empresas.

Desempenho Seletivo no Ibovespa

Dos 84 papéis que compõem o índice, 39 fecharam em alta, 23 ficaram estáveis e 22 encerraram o dia em queda. A Direcional (DIRR3) liderou as altas, com um avanço de 6,90%, seguida por Magazine Luiza (MGLU3), com um ganho próximo de 6%, e B3 (B3SA3) e Cury (CURY3), que registraram quase 5% de ganhos, respectivamente.

No lado das perdas, a CSN (CSNA3) liderou as quedas, com um recuo de quase 4%, seguida por Cogna (COGN3), que caiu 3,30%, e Bradesco (BBDC4), com uma perda de 2,55%.

Análise de Bancos e Perspectivas

Os analistas do UBS apontaram que o guidance do Bradesco para este ano foi excessivamente conservador e abaixo das expectativas. A instituição destacou que a qualidade do crédito foi um ponto positivo, com a estabilidade do índice de inadimplência de empréstimos acima de 90 dias.

Analistas do Itaú BBA também compartilham dessa visão, ressaltando que o banco tem se mantido próximo do teto de seus guidances, dada sua trajetória sólida de receita e disciplina de crédito.

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