Ibovespa quebra recordes! 🚀 O índice dispara para 189.699,12 pontos e consolida a alta. Investidores estrangeiros e dados positivos impulsionam a bolsa. Descubra os fatores que movem o mercado!
O Ibovespa fechou nesta quarta-feira, 11 de janeiro de 2026, com um desempenho impressionante, atingindo um novo recorde histórico de 189.699,12 pontos. O índice avançou 2,03% nesta sessão, consolidando sua trajetória ascendente. A marca anterior de 186.242,99 pontos, estabelecida na segunda-feira, 9, também foi superada.
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Com este resultado, o Ibovespa soma 11 recordes de fechamento somente no início do ano. Durante a sessão, o índice ultrapassou a máxima intradiária anterior, que havia sido registrada em 3 de fevereiro, com um pico de 190.561,19 pontos. O desempenho robusto foi impulsionado por diversos fatores, incluindo o interesse crescente de investidores estrangeiros e o bom desempenho de algumas empresas listadas na B3.
Segundo Lilian Linhares, sócia e head da Rio Negro Family Office, o mercado brasileiro tem demonstrado uma forte influência de fluxos de capital e fundamentos, com um impacto relativamente limitado pelos ruídos políticos. Janeiro registrou um aporte significativo de capital estrangeiro na bolsa, superior a 26 bilhões de reais, e fevereiro iniciou com cerca de 4 bilhões de reais.
Esse movimento contribui para a alta do Ibovespa.
Nicolas Gass, estrategista de investimentos e sócio da GT Capital, atribui parte da alta do dia à divulgação de uma nova pesquisa Quaest, que mostrava uma redução na diferença entre os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro. Ele considera que o fator eleitoral tem sido um importante impulsionador do otimismo recente, refletindo na bolsa, no dólar e na curva de juros.
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O cenário internacional também influenciou o Ibovespa. Nos Estados Unidos, o relatório de payroll veio com resultados acima das expectativas, com criação de mais de 100 mil vagas e uma taxa de desemprego abaixo do esperado. Esses dados reforçam a leitura de que o mercado de trabalho americano continua aquecido, o que diminui a probabilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve em março, com a expectativa de que o primeiro corte ocorra no final do primeiro semestre, possivelmente em junho.
Empresas blue chips, como Suzano e Tim, lideraram os ganhos, impulsionadas por balanços positivos. Petrobras, Vale e grandes bancos também tiveram bom desempenho. A Tots, por outro lado, apresentou uma queda devido à desvalorização do dólar.
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