Ibovespa quebra recordes históricos! O índice atingiu 180 mil pontos, renovando máxima e impulsionado por tensões geopolíticas e retorno de investidores. Veja!
O Ibovespa registrou um desempenho notável nesta sexta-feira, 23, atingindo novos patamares de valorização. O índice atingiu a marca de 180 mil pontos, um marco inédito em sua história. Apesar de não ter fechado nesse nível, o Ibovespa renovou a máxima de fechamento por quarto dia consecutivo, demonstrando uma forte tendência de alta.
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O benchmark do mercado acionário brasileiro subiu 1,86% em sua cotação, encerrando o dia aos 178.858 pontos. O desempenho positivo foi impulsionado, em grande parte, pelo desempenho das ações da Petrobras, que contribuíram significativamente para o aumento do índice.
A reação dos papéis da Petrobras foi motivada pelo acirramento de tensões geopolíticas internacionais. O anúncio de novas sanções do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra empresas envolvidas no transporte de petróleo iraniano, e o envio de navios de guerra para o Oriente Médio, intensificaram a percepção de uma oferta de petróleo mais restrita.
Durante a semana, o Ibovespa apresentou um desempenho expressivo, acumulando alta de 8,92%. Esse resultado representa o melhor desempenho semanal do índice desde março de 2020, período em que a pandemia da Covid-19 impactou globalmente a economia.
A valorização do Ibovespa é atribuída à volta de investidores estrangeiros, conforme dados da B3, que indicam um fluxo positivo de quase R$ 9 bilhões até o dia 20 de janeiro. Além disso, a expectativa de cortes na taxa de juros no Brasil e os múltiplos descontados das empresas negociadas no mercado acionário brasileiro influenciam a percepção dos gestores.
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No exterior, o mercado americano apresentou resultados variados. O S&P 500 registrou uma leve alta de 0,03%, enquanto a Nasdaq subiu 0,28%. O Dow Jones, por sua vez, teve uma leve queda de 0,58%.
O mercado de câmbio também acompanhou a dinâmica. O dólar comercial fechou em alta de 0,05%, a R$ 5,286 na compra e venda. Durante a semana, o dólar apresentou uma queda de 1,6%.
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