Ibovespa lidera ranking de rentabilidade em 2026 com 12,89% em dólares, aponta consultoria Elos Ayta. Peru, Colômbia e Chile também se destacam.
O Ibovespa, índice principal da B3, apresentou uma notável valorização até 22 de janeiro de 2026, registrando um acúmulo de 12,89% em dólares, conforme dados divulgados pela consultoria Elos Ayta. O desempenho, que inclui um aumento de 8,98% em reais, reflete tanto o crescimento das ações listadas no índice quanto o impacto positivo das flutuações cambiais.
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Um relatório da Elos Ayta identificou os mercados acionários da América Latina como os mais rentáveis em 2026, quando as análises são realizadas em dólares. Até o período mencionado, Peru, Colômbia e Chile lideram o ranking, seguidos por Brasil e México, consolidando a posição da região no início do ano e indicando um aumento no apetite por riscos entre investidores internacionais.
O levantamento considerou 21 índices de bolsas globais, comparando-os em moeda local e em dólares para oferecer uma análise homogênea aos investidores internacionais. A análise foi conduzida por Einar Rivero, CEO da Elos Ayta.
O S&P/BVL General, do Peru, liderou o ranking com um ganho de 20,06% em dólares. O MSCI Colcap, da Colômbia, apresentou 18,90%, enquanto o IPSA, do Chile, registrou 13,91%. O Ibovespa ocupou a quarta posição, e o IPyC, do México, avançou 9,43% em dólares.
A valorização de 12,89% do Ibovespa em dólares representa o melhor resultado mensal desde novembro de 2023, quando o índice alcançou 15,32% na mesma base de comparação. Esse desempenho destaca um período de forte crescimento para o índice.
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Em comparação com mercados desenvolvidos, os índices norte-americanos apresentaram resultados mais modestos. O Dow Jones ocupa a 13ª posição, com um ganho de 2,75%, enquanto o S&P 500 figura em 18º lugar (0,99%) e o Nasdaq Composite aparece na 19ª colocação, com avanço de 0,83%.
Os desempenhos em mercados europeus foram mais limitados, com ganhos próximos ou inferiores a 5%. O S&P Merval, da Argentina, registrou uma valorização de 2,77% em dólares no acumulado de janeiro.
A dinâmica observada reforça um processo de reavaliação dos ativos latino-americanos em 2026, impulsionado pela entrada de capital estrangeiro e pela busca por mercados com retornos superiores aos das economias desenvolvidas.
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