Ibovespa em crise? Dólar em queda e ouro despenca! Incertidões no mercado financeiro global assombram investidores. Saiba mais!
Fevereiro trouxe um clima de incerteza para o mercado financeiro nacional e internacional. A manutenção de recordes na Bolsa brasileira, aliada à queda prevista para o dólar, gerou dúvidas sobre a continuidade do movimento favorável que marcou o ano anterior.
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Além disso, houve uma desaceleração no desempenho do ouro e da prata, com quedas significativas registradas na sexta-feira (30), onde o ouro caiu 10% e a prata, 16%. A abertura da semana também apresentou sinais de retomada da tendência positiva no Ibovespa.
Apesar dos temores de possíveis cortes de juros por parte de Donald Trump, o histórico de Steven Warsh minimiza um pouco o receio de decisões sem embasamento técnico. A credibilidade do Federal Reserve pode influenciar o fluxo de investimentos, com investidores buscando maior proteção e rentabilidade em outros mercados.
Essa dinâmica provocou um freio na organização dos demais mercados no fechamento de janeiro.
A situação geopolítica também contribui para a volatilidade. A escalada de ameaças entre Estados Unidos e Irã, na semana passada, e as discussões sobre negociações, nesta, geram preocupação. A instabilidade nos mercados é evidente, e até mesmo o preço do petróleo, que antes sofria com problemas de oferta, apresentou queda devido às conversas diplomáticas entre os países.
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Apesar da expectativa de que o ouro, a prata e a Bolsa brasileira continuem em alta, impulsionados por um fluxo maior de recursos, surgem dúvidas sobre o potencial de lucratividade das ações brasileiras, considerando as altas taxas de juros e a menor expansão da economia americana.
A instabilidade política, com as eleições se aproximando, também é um fator de risco.
Investidores também observam com atenção a possibilidade de bolhas no setor de inteligência artificial, diante dos resultados inconsistentes das grandes empresas de tecnologia. Mesmo bons resultados podem gerar frustração e ajustes no mercado.
O momento exige cautela nas decisões de investimento, sem que isso signifique imobilismo. É importante estar atento às oportunidades e tentar antecipar mudanças desfavoráveis. No âmbito doméstico, a perspectiva de juros elevados se mantém, embora o Copom sinalize o início de um ciclo de cortes em março, com cortes graduais e projeções de inflação em queda, abaixo dos 4% para este ano.
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